Motivado pela melhora da economia, índice de confiança do agro bate recorde

O Índice de Confiança do Agronegócio (ICAgro) do 3º trimestre deste ano bateu recorde ao alcançar 106,3 pontos, 4,2 pontos a mais em relação ao trimestre anterior. É a maior pontuação desde 2013, quando o índice foi divulgado pela primeira vez. O estudo desenvolvido pela Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo) e pela OCB (Organização das Cooperativas Brasileiras) confirma o otimismo do setor, motivado principalmente pela melhora da economia brasileira.

Os produtores e as empresas que compõem o agronegócio mantiveram-se na faixa de pontuação acima de 100 pontos, considerada otimista de acordo com a metodologia do estudo.

De todos os setores avaliados para a composição do IC AGRO, a pecuária é a que se mantém mais próxima da neutralidade. O indicador fechou em 100,7 pontos, apenas 0,9 ponto a mais do que no 2º trimestre do ano. Ainda assim, este é o melhor resultado desde o 3º trimestre de 2014. Uma das razões para a relativa estabilidade na variação do índice é a queda nos preços da carne e do leite nos últimos meses.

ANTES E DEPOIS DA PORTEIRA

O Índice de Confiança das Indústrias ligadas às atividades agropecuárias aumentou 3,8 pontos em relação ao 2º trimestre de 2016, chegando a 104,9 pontos. O indicador subiu 29 pontos desde o primeiro trimestre, quando chegou ao nível mais baixo já registrado.

O aumento na confiança foi maior entre os fornecedores de insumos (antes da porteira) do que entre as empresas de alimentos, situadas na parte final da cadeia (depois da porteira).

INSUMOS

Os ânimos mantiveram-se em alta para os fornecedores de insumos agropecuários. O Índice de Confiança dessas empresas fechou o 3º trimestre de 2016 em 108,4 pontos, 6,4 pontos acima do trimestre anterior. O principal impulso para o crescimento também veio da melhora na percepção sobre as condições da economia. Isso compensou uma piora na avaliação sobre as condições específicas do negócio, que pode ser explicada pela queda nos preços dos principais produtos agrícolas desde o pico observado no 2º trimestre do ano, prejudicando um pouco a relação de troca do produtor com os insumos. O desempenho dos setores de fertilizantes e defensivos agrícolas contribuíram para a melhora neste elo.

ALIMENTOS

O Índice de Confiança da Indústria Depois da Porteira fechou o 3º trimestre em 103,4 pontos, 2,8 pontos acima do trimestre anterior. O otimismo recai basicamente sobre as expectativas de que o mercado dê sinais mais claros de melhora no nível de emprego e de renda.

PRODUTOR AGROPECUÁRIO

Pela segunda vez desde que o Índice de Confiança do Agronegócio começou a ser medido, há três anos, o nível de confiança dos produtores agropecuários fechou acima de 100 pontos. O indicador fechou o 3º trimestre em 108,2 pontos, 4,7 pontos acima do trimestre anterior. Os produtores agrícolas ainda são os mais confiantes, muito embora os pecuaristas tenham superado a faixa dos 100 pontos, algo que não acontecia há dois anos.

PRODUTOR AGRÍCOLA

O Índice de Confiança do Produtor Agrícola cresceu pelo quinto trimestre consecutivo, chegando a 110,7 pontos. O crescimento é de 6 pontos em relação ao trimestre anterior e de 24 pontos em relação ao mesmo período de 2015. De maneira geral, o nível de confiança em aspectos como as condições da economia e a expectativa de produtividade, suplantou a perda de entusiasmo com os preços – as cotações dos principais produtos agrícolas, como soja e milho, vêm caindo desde que atingiram o pico deste ano, no 2º trimestre.

 

 

ENTENDA A METODOLOGIA

 

O Índice de Confiança do Agronegócio é resultado dos levantamentos sobre a expectativa nos três elos da cadeia: antes, dentro e depois da porteira da fazenda.

 

Painel A        

Insumos (fertilizantes, sementes e defensivos)

Indústria de Máquinas e Implementos

Fabricantes de Silos

Cooperativas

Revendas

Bancos

Índice de Confiança da Indústria

(ANTES da porteira)  Índice de Confiança do Produtor

 

Painel B

Produtores Agrícolas (culturas de soja, milho, trigo, arroz, cana, café, citrus, algodão)

Produtores Pecuários (corte e leite)

Índice de Confiança da Indústria

(DENTRO da porteira) Índice de Confiança da Indústria

 

Painel C

Indústria Processadora

Cooperativas

Trading

Índice de Confiança da Indústria

(DEPOIS da porteira)

 

ENTREVISTAS

Dentro da porteira da fazenda, foram realizadas 1500 entrevistas para a formação de um painel com 645 produtores agropecuários de diversas culturas, localizados em 16 estados brasileiros. Foi considerado na pesquisa o porte, a cultura e a região dos produtores.

 

Produtor Agrícola

 

UF                                          Pequeno          Médio                         Grande

 

PR, SC, RS, SP,

MG, ES, PE, AL                               < 100               101 a 500                    > 500

 

GO, MS                                             < 500              501 a 3.000     > 3.000

 

PA, MT, MA, PI,

TO, Oeste BA                                                < 1.000           1.001 a 5.000  >5.000

 

*Área em hectare

 

 

Pecuarista     

 

Produção                                            Pequeno          Médio                         Grande

 

Gado de Corte                                               < 500              500 a 3.500                 > 3.500

Gado de Leite                                                < 50                51 a 200                      > 200

 

*Número de cabeças

 

Com 95% de confiança, a amostra representa os produtores que respondem pela formação do Valor Bruto da Produção agropecuária brasileira (VBP). São consumidores de tecnologia e de serviços das indústrias, cooperativas e representam o dinamismo do setor.

 

Para calcular o resultado do elo Dentro da Porteira, o levantamento considerou um conjunto de variáveis, agrupadas da seguinte forma:

 

Condições do Negócio, com peso de 30% na composição do índice

Condições Gerais, com peso de 70%.

 

No caso do índice do produtor agropecuário, a composição da amostra por cultura é proporcional à sua participação na formação do Valor Bruto da Produção. Dessa forma, em ordem decrescente da quantidade de produtores entrevistados estão: soja, cana-de-açúcar, milho, café, algodão, arroz, laranja, trigo. Somam-se aos produtores agrícolas, os pecuaristas de corte e leite.

 

Porte

Grande 23.3 %

Médio 40.9 %

Pequeno 35.8 %

 

Qual a principal cultura?

Soja 28,1

Cana 19,1

Milho 14,6

Café 9,3

Algodão 5,9

 

Para o cálculo do resultado final do Índice, são atribuídos pesos distintos aos três elos pesquisados, de acordo com a participação de cada segmento na formação do PIB do agronegócio, seguindo a metodologia utilizada pelo CEPEA/USP

 

 

DETALHES DO ESTUDO

 

O Índice de Confiança do Agronegócio, o IC Agro, avalia a percepção das indústrias de insumos e transformação ligadas ao Agro, além das cooperativas e produtores, em relação à uma série de indicadores econômicos e de competitividade do setor.

 

Apurado trimestralmente pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) e pela Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), o Índice de Confiança do Agronegócio (IC Agro) mede, por meio de um conjunto de variáveis, a expectativa dos agentes do setor em relação ao seu negócio e ao ambiente econômico de forma geral. A pesquisa é feita com os três elos que compõem o segmento:

Antes da porteira da fazenda: indústria de fertilizantes, máquinas e implementos, sementes e defensivos, nutrição e saúde animal, cooperativas, revendas, bancos, entre outros.

Dentro da porteira: produtores agropecuários.

Depois da porteira da fazenda: indústria de alimentos, de energia, tradings, cooperativas, armazenadores e operadores logísticos.

 

PERFIL

Para dar robustez aos resultados, outros levantamentos são realizados em paralelo: o Perfil do Produtor Agropecuário, o Painel de Investimentos e a Sondagem de Mercado. Embora eles não entrem na composição do Índice de Confiança, essas sondagens ajudam a explicar o seu resultado. A partir da mesma amostra que compõe o Índice de Confiança, o Perfil do Produtor Agropecuário apresenta informações sobre sua escolaridade, sucessão, processo de tomada de decisão de compra, gestão do negócio, interação com a indústria e cooperativas, visão sobre o Governo, problemas enfrentados, entre outras informações.

 

INVESTIMENTOS

O Painel de Investimentos, medido anualmente, mostra a intenção de investimentos do produtor agropecuário brasileiro em Custeio, Máquinas e Implementos Agrícolas, Infraestrutura e Gestão de Pessoas e ajudam a entender o comportamento dos mercados de insumos.

 

NEGÓCIOS

A Sondagem de Mercado, com uma periodicidade trimestral, aborda os resultados de temas relevantes para o agronegócio brasileiro, como: período de aquisição de insumos, mix de financiamento, adoção de tecnologias, veículos de comercialização, entre outros.

Região de Marília está no TOP 5 da pecuária paulista

 

Região de Marília está no TOP 5 da pecuária paulista

Marília figura entre os principais municípios no ranking da pecuária paulista. Além de ser a terceira cidade com o maior rebanho entre 606 das 645 cidades analisadas no Estado, ocupa o quarto lugar entre as 15 regiões administrativas de São Paulo.

10% DO ESTADO

Ao todo, os 51 municípios agregados na região administrativa de Marília, detém 1.054.776 cabeças de gado, o que representa 10% do montante dos 10 milhões de bovinos paulistas. Os dados são referentes ao ano de 2015 e foram extraídos do relatório desenvolvido pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) e Fundação Seade (Sistema Estadual de Análise de Dados).

SÓ MARÍLIA

Com 112,4 mil cabeças de gado, Marília é a terceira cidade com o maior rebanho bovino dentro do Estado de São Paulo. Dados mostram queda de 21,25% em relação a 2014, quando a cidade ocupava a primeira colocação com 135,5 mil cabeças. Em primeiro lugar no ranking, aparece o município de Rancharia (SP), com 135 mil cabeças de gado. Mirante do Paranapanema vem em segundo lugar, com 129,6 mil bovinos.

2.650 PECUARISTAS

Na região de governo de Marília – área dentro da região administrativa com menor número de cidades – composta por 14 municípios (Álvaro de Carvalho, Alvinlândia, Echaporã, Fernão, Gália, Garça, Júlio Mesquita, Lupércio, Marília, Ocauçu, Oriente, Oscar Bressane, Pompéia e Vera Cruz) são aproximadamente 410 mil cabeças de gado divididas entre 2.650 pecuaristas, sendo 730 só de Marília. A região agrega quase 5% do rebanho paulista.

DISTRITOS

Já, apenas o rebanho mariliense representa mais de 1% do estadual e 0,05% do nacional estimado em 209 milhões de cabeças. A maioria do rebanho de Marília está concentrada nos distritos. A maior propriedade está localizada no distrito de Rosália. As propriedades com o maior número de rebanho, na regional, possuem em média 1.500 cabeças.

PIB

O valor gerado pela atividade na região de Marília representa 8% do total de R$ 1,5 bilhão do PIB paulista. Um dos principais setores do agronegócio é responsável pela movimentação de R$ 120 milhões por ano, segundo dados do Escritório de Defesa Agropecuária de Marília.

ENGORDA E ABATE

A maioria do rebanho se constitui do gado de corte, mas Marília também produz leite que representa 5%.  A maior parte da produção de gado na região não se caracteriza pela engorda e abate, mas pela criação e venda de bovinos, especialmente bezerros. Os animais são vendidos principalmente para as cidades de São José do Rio Preto, Araçatuba e Presidente Prudente. Já o principal destino do boi gordo são frigoríficos de Lupércio, Lençóis Paulista, Bauru, Lins e Araçatuba.

APTIDÃO

Marília está à frente de regiões economicamente importantes no Estado, como Campinas, Sorocaba, Bauru, São José dos Campos, Ribeirão Preto, entre outras. São Paulo é organizado em 15 regiões administrativas, divididas pelo Governo do Estado, baseadas nas cidades com melhores índices sócio-econômicos. Presidente Prudente, São José do Rio Preto, Araçatuba, Marília, Campinas, Sorocaba, Bauru, São José dos Campos, Itapeva, Franca, Ribeirão Preto, Barretos, Registro, Santos, além da região Central, englobam dezenas de cidades em suas áreas de abrangência.

Quantidade estimada do rebanho dentro do Estado de São Paulo

Região Administrativa                       Cabeças de gado                    Total de Municípios

PRUDENTE                                      1.960.306                               53

RIO PRETO                                      1.552.331                               96

ARAÇATUBA                                 1.142.203                               43

MARILIA                                         1.054.776                               51

CAMPINAS                                      1.008.791                               90

SOROCABA                                     782.585                                  47

BAURU                                            782.460                                  39

S.J.CAMPOS                                     653.949                                  39

ITAPEVA                                          616.714                                  32

FRANCA                                          250.434                                  23

CENTRAL                                        211.844                                  26

RIBEIRÃO                                       166.673                                  25

BARRETOS                                      147.732                                  19

REGISTRO                                       95.989                                    14

SANTOS                                           1.293                                      09

TOTAL                                              10.428.053                             606

 

CONSUMO

Levando em conta que o brasileiro come uma média de 40 quilos de carne por ano, em Marília são consumidos 8,8 milhões de quilos em 12 meses.

SÃO PAULO

Em nível nacional, São Paulo também se destaca na pecuária. É o 9º Estado com o maior rebanho do Brasil, atrás somente de renomados criatórios, entre eles o Mato Grosso, Minas Gerais, Goiás e Rio Grande do Sul. Apesar disso, o Estado ocupa a segunda colocação em capacidade de abate. Dados do Perfil da Pecuária Brasileira 2016 elaborado pela Abeic (Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne) revelam que frigoríficos são capazes de abater 24.308 cabeças de gado por dia. Mato Grosso lidera o quesito com 35.466 abates/dia.

Quantidade estimada do rebanho por Estado

Estado                        Milhões de Cabeças

MT                              28,4

MG                             23,5

GO                             21,6

MS                              20,9

PA                              18,6

RS                              13,8

RO                              12,7

BA                              10,2

SP                               10

PR                              9,1

TO                              8,1

MA                             7,5

SC                              4,4

AC                              2,7

CE                              2,5

OUTROS                   14,3

BRASIL                     209,1

VEJA MAIS CURIOSIDADES:

Brasileiro come 40 Kg de carne por ano;

país tem um boi por habitante

Cada brasileiro consumiu 39,2 kg de carne bovina em 2015. No consumo per capta, o Brasil perde para a Argentina, onde cada habitante consome em média 62,7 kg da carne anualmente, e para o Uruguai, com índice de 54,6 kg/hab/ano.

O Brasil possui uma população de 200 milhões de habitantes e um rebanho bovino de 209,1 milhões de cabeças – o maior do mundo –  o que equivale 14% do rebanho mundial, segundo os dados apresentados pela pesquisa da Abiec (Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne). O País ultrapassou a Índia, que até 2014 liderava as estatísticas. A vice-líder conta com 187,3 milhões de cabeças bovinas.

País lidera exportações

O Brasil exportou 1.882 mil toneladas em 2015, o que representa 19,68% do total da produção do ano, que foi de 9.561,1 mil toneladas. A cada ano, a pecuária brasileira ganha mais espaço e força tanto no mercado nacional como no exterior, segundo números do Relatório Anual 2016 sobre o Perfil da Pecuária no Brasil, divulgado pela Abiec.

Pecuária: 30% do PIB do Agronegócio

O Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil chegou a R$ 5,9 trilhões em 2015, registrando queda de 3,85% sobre o resultado anterior. O PIB do agronegócio alcançou R$ 1,26 trilhão, representando 21% do PIB total brasileiro. Já o PIB da pecuária chegou a R$ 400,7 bilhões, 30% do agronegócio brasileiro.

Agro faz saldo da balança positivo

Em 2015, o saldo da balança comercial brasileira foi de US$19,69 bilhões. As exportações do agronegócio, que atingiram US$ 88,22 bilhões, contribuíram para o saldo positivo do setor, que por sua vez foi fundamental para o saldo positivo da balança comercial brasileira.

Carne é 3% de toda exportação de 2015

Já as exportações de carne bovina geraram receita de US$ 5,9 bilhões em 2015, representando recuo de 17% frente ao ano anterior, em função de problemas de ordem conjuntural em alguns dos principais mercados compradores da carne brasileira. Mesmo assim, as exportações de carne bovina representaram, em receita, 3% de tudo o que o Brasil exportou em 2015.

Maior importador está na Ásia

Hong Kong importou 347,7 mil toneladas da proteína verde e amarela. O número representa 41% do total dos embarques da carne brasileira para o exterior. De acordo com o levantamento, 1.882 mil toneladas de carne bovina brasileira foram importadas no ano em questão. O Brasil representou 17,3% da importação mundial do ano.

Fontes: IBGE, ABIEC, SEADE

Mercado de vendas de tratores e máquinas na Internet está aquecido.

Em momentos de crise, negócios esfriam, investimentos diminuem, a cautela em negociar aumenta, mas, em contrapartida, novos negócios surgem, empresas se fortalecem e alguns segmentos de mercado acabam crescendo além do esperado. É o caso do mercado de vendas de tratores e máquinas usadas na Internet que aumentou muito nos últimos meses.


Sócios-proprietários do MF Rural – Da esq. para dir. Rafael Lucas, Rogério Lucas e Renato Lucas.

É o que garante os donos do site MF Rural (www.mfrural.com.br), maior site do Brasil em classificados de tratores, máquinas e implementos rurais como também, fazendas, gado, alimentos, grãos, fertilizantes, mudas, sementes e outros. O site atua em todos os ramos do Agronegócio e tem observado um grande aumento no número de tratores e máquinas vendidas pelo site.

“Observamos um aumento de pelo menos 35% nas vendas de tratores e máquinas usadas.”

“Temos um sistema automático que pergunta ao anunciante se o produto excluído foi ou não vendido pelo site, e recentemente o número de declarações positivas para tratores e máquinas usadas aumentou em pelo menos 35%” afirma Rafael Lucas, sócio-proprietário do site MF Rural.

“O valor para anunciar um trator é de apenas R$ 150,00 e a máquina fica anunciada até vender.”

Sobre os efeitos da Crise no setor agropecuário, Rafael afirma que muitos clientes sentiram sim, mas que houve também uma grande movimentação das pessoas a fim de anunciarem produtos e destacar no site pra que vendessem mais rápido, o que acabou fazendo com que a procura pelo nosso negócio fosse grande.

Aos interessados em anunciar tratores e máquinas no site, Rafael assegura que não há cobrança de comissão de venda, “O valor para anunciar um trator é de apenas R$ 150,00 e a máquina fica anunciada até vender.. Esse custo é bem baixo se comparado à comissão de 5% geralmente cobrada no mercado”. Rafael ainda lembra que muitas revendas e concessionárias anunciam todo seu estoque no site e neste caso é negociado um valor mensal para que estejam sempre retirando e colocando novas máquinas e tratores.

Para quem precisa comprar tratores agrícolas e máquinas usadas, vale a pena dar uma conferida no site MF Rural. O site possui hoje mais de 11 mil produtos deste ramo anunciados, sendo 1.500 tratores agrícolas, 1.400 máquinas pesadas, 3.400 implementos e mais de 5 mil máquinas e equipamentos diversos. Veja a relação nos links abaixo:

Tratores Agrícolas
Máquinas Pesadas
Implementos
Máquinas e Equipamentos

Tratores Usados
Sessão de Tratores Agrícolas no site MF Rural.

10 produtos feitos a partir do Boi que você nem imagina.

Se engana quem pensa que o boi é apenas carne. Até os Veganos que, por estilo de vida, não consomem nenhum alimento de origem animal, podem estar utilizando produtos de origem bovina sem saber. A lista é muito extensa, batom, pneu, fogos de artifício e até açúcar podem ser produzidos a partir do boi. Na lista há ainda medicamentos, produtos de beleza ou de decoração, além de roupas, sorvete, chicletes e até graxa. Do sangue bovino por exemplo, pode-se fazer cola de madeira; da placenta, creme para a pele e, dos intestinos, corda para raquetes de tênis. Tudo se aproveita, desde as entranhas até os pelos. O bovino se transforma em inúmeros subprodutos utilizados na alimentação, agricultura, saúde, indústria da transformação, entre outros.


Veja dez produtos curiosos feitos de partes bovinas:

 

1 – Pó para extintor de incêndio

A espuma química utilizada para apagar as chamas pode utilizar um percentual de pó de cascos bovinos.

 

2 – Batom

O colágeno retirado do cérebro do boi é utilizado como fixador em batons e outros cosméticos.

 

3 – Açúcar

Algumas empresas utilizam no refinamento do açúcar as cinzas purificadas feitas com ossos bovinos.

 

4 – Pasta de dente

A glicerina presente nas pastas de dente, e também no shampoo e condicionador, tem origem da gordura bovina.

 

5 – Pneu

A Gordura do boi possui ácido esteárico, usado para conservar a forma do pneu sob atrito intenso.

 

6 – Fogos de artifício

Assim como os pneus, os explosivos também têm ácido esteárico em sua fórmula.

 

7 – Estrogênio e progesterona

Os hormônios que preparam o útero da mulher para uma possível gravidez são extraídos dos ovários da vaca.

 

8 – Porcelana

A louça de porcelana pode ser feita, entre outros componentes, com pelo menos 50% de cinzas de ossos de boi, que deixam as peças translúcidas e mais duráveis.

 

9 – Insulina

O hormônio essencial aos diabéticos é retirado do pâncreas do animal.

 

10 – Biocombustível

Além da cana de açúcar e mamona, o biocombustível também pode ser feito com gordura de carne de boi.

 

Quer saber mais? Veja o que mais pode ser feito de diferentes partes do boi:

 

INTESTINOS – (Fios cirúrgicos, Cordas de raquetes, Cordas de instrumentos musicais).

SEBO – (Sabão, Sabonetes, Velas).

PELOS – (Pincéis, Escovas).

TENDÕES E LIGAMENTOS – (Gelatina)

SANGUE – (Vacinas, Fertilizante, Cola de madeira).

ESTÔMAGO – (Coalho, Vitamina B-12).

OSSOS E CIFRES – (Grampos de cabelo, Berrante, Botões, Pinos, Cabos de facas, Peças de xadrez, Vasos, Garrafas, Copos, Porcelana, Tintas, Corante, Eco-plástico, Açúcar).

COURO – (Cintas, Roupas, Luvas, Bolsas, Bolas, Luvas, Chuteiras).

COLÁGENO – (Creme facial, Cosméticos, Chicletes, Filmes radiológicos)

CÉREBRO – (Batom, Creme anti-rugas).

CORAÇÃO -(Farinha animal, Material cirúrgico).

PULMÃO – (Heparina – anticoagulante)

CASCO – (Pó de extintor, Teclas de piano, Botões).

LEITE – (Sorvete, Iogurte, Manteiga, Margarina, Requeijão, Queijo, Cola, Cosméticos, Remédios).

ESTERCO – (Casa de barro, Adubo).

GORDURA – (Tinta, Cera, Detergente, Pasta de dente, Sabonete, Xampú, Filtro Solar, Batom, Perfume, Xarope, Graxa, PVC, Pneu, Fogos de artifício, Sorvete, Biocombustível).

CARNE – (Hamburguer, Molho, Patê, Churrasco, Ração).

OVÁRIOS – (Estrogênio, Progesterona).

FÍGADO – (Salsicha).

PÂNCREAS – (Insulina).

PLACENTA – (Creme para a pele).

 

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MF Rural conquista novos clientes para leilão a Hora do Brahman.

Transmitido ao vivo para todo o Brasil e o mundo pelo MF Rural, o leilão “A Hora do Brahman”, faturou quase R$ 1 milhão. O evento foi realizado sábado (15), em grande estilo, no Portobello Resort & Safári de Magaratiba, um paraíso ao lado de Angra dos Reis, no Rio de Janeiro. Além de criadores de todo o Brasil, a elite da raça Brahman foi adquirida por pecuaristas da Bolívia e Peru. Através do leilão on line o MF Rural colocou no rol da pecuária  dois novos criadores da raça Brahman.

Cerca de 20% das compras foram realizadas pelo site do MF Rural. Os lances a longa distância só foram possíveis devido à transmissão pela internet, através do site www.mfrural.com.br, que chega onde a televisão e demais leiloeiras não têm acesso. Tal diferencial foi ressaltado por Roberto Lucas, diretor da empresa.

“Não se trata apenas de transmitir os leilões pela internet, mas alcançar o público que não tem acesso às facilidades oferecidas por nós. Acompanhar o leilão e dar lances pelo site é simples. Isso atrai novos clientes e dá visibilidade a criadores de todo Brasil e do mundo”, diz Roberto Lucas.

Segundo ele, a transmissão dos leilões é quase instantânea. O delay (atraso da imagem e do som) gira em torno de 2 a 6 segundos.

“Temos também aplicativos tanto para IOS quanto para Android onde a pessoa pode lançar no leilão na palma da mão. Só lembrando que o lance não tem delay, somente o áudio e imagem”, informa Roberto.

O trabalho do MF Rural frente ao leilão “A Hora do Brahman” foi elogiado por Carlos Jardim Borges, proprietário do Portobello Resort & Safári e um dos promotores do evento.

“Foi o primeiro ano que usamos a internet com o MF Rural no leilão, com resultado muito bom. Cerca de 20% dos lotes foram vendidos pelo site, além de ter ajudado em outras inúmeras vendas. O MF rural veio pra ficar. É uma realidade e a equipe está de parabéns”, declara.

Para saber como foi o clima do evento basta acessar

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Além da Brahman Portobello, participam do leilão os principais criadores da raça no Brasil: Brahman Canaã, Casa Branca Agropastoril, Brahman Assu e Braúnas Agropecuária.

A raça Brahman nasceu nos EUA, resultado do cruzamento do Gir, Nelore, Guzerá e Krishna Valley. Introduzido no Brasil a partir de 1994, a criação da raça vem crescendo a cada ano. O Brahman é o Zebu mais presente no mundo, criado em mais de 70 países, com mais de 60 associações formais de criadores, nos cinco continentes. Criadores importantes da pecuária de corte no Brasil, procurando melhorar a raça, introduziram uma genética oriunda de países como Estados Unidos, Argentina, Colômbia e Paraguai.

Dentre as principais características estão a tolerância a altas temperaturas e umidade, além da alta resistência a doenças e parasitas. As fêmeas têm capacidade reprodutiva regular e excelente habilidade materna. A raça tem velocidade de crescimento (com eficiente conversão alimentar), o que ocasiona produção de carne magra. A docilidade e temperamento da raça facilitam muito o manejo.

Visite a categoria de Brahman no site MF Rural clicando em Gado Brahman

Soja é destaque na colheita do Tocantins

branding-design-sementes-soja

O estado do Tocantins estima que sua produção total de grãos para a safra atual será de 3,8 milhões de toneladas, proporcionada pelas culturas de  arroz, milho e soja, sendo a soja o principal item  desse crescimento com montante estimado em 2,2 milhões de toneladas.

Grande tem sido o empenho dos organismos locais em promover o aumento e qualidade da produção de soja no Tocantins, seja pelo mapeamento dos vários tipos de solos, incentivos á  utilização  de tecnologias modernas e aproveitamento de áreas com pastagens degradas, que ultrapassam os 5 milhões de hectares.

Com técnicas simples e eficazes, o Estado busca melhorar cada vez mais sua produção, incentivando e oferecendo aos agricultores os meios necessários para tanto.

Por caracterizar-se por uma diversidade de solo em área relativamente pequena, a cultura de soja no Tocantins é uma das que mais utilizam sistemas de “agricultura de precisão”.

A implantação de meios de escoamento da produção agrícola do Tocantins tem chamado a atenção de empreendedores e novos produtores quanto ao aproveitamento e utilização de hidrovias e ferrovias sendo disponibilizadas na região.

 


Veja aqui alguns produtos mencionados acima: soja.

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Criação de equinos com pastagem

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A criação de equinos com pastagem de boa qualidade continua sendo a melhor forma de criação. Para esses animais, herbívoros, a mastigação de gramíneas chega a ser um ato prazeroso.

Com a crescente melhora no processo de cruzamento de gramíneas, surgem novas e melhores espécies de grande utilização para esses animais. Dessas gramíneas, deve-se ter destaque: coast cross, grama estrela, tifton (85, 78, 68 e 44), florakirk, florico, florona, entre outras. No Brasil, as de maior utilização são Coast Cross, grama estrela, tifton 85 e florakirk.

O Tifton 68, difundido na década de 90, é menos resistente à geadas e à seca e possuem estolões mais grossos. Já o Tifton 85 tem maior valor nutritivo, resiste ao estresse hídrico e geadas, além de permitir ganho de peso 40% maiores.
O Florakirk tem características semelhantes ao Tifton 85, mas é menos produtivo e mais adaptável a solos arenosos.

Essas gramíneas só se reproduzem pelo uso de mudas no processo. Antigamente o processo de plantio precisava ser feito em covas e sulcos, demandando grande quantidade de mão de obra e alto custo de implantação.
O plantio do gênero Cynodon (tiftons, florakirk e coast cross) são exigentes em fertilidade de solo, chuvas e adubação. Áreas em condições ideais podem permitir a acomodação de 8 equídeos/ha no período das chuvas e 3 a 4 equídeos durante a seca.
Outro grupo que vem recebendo aprimoramento genético para ser usado como alimento para equídeos são as gramíneas do gênero Panicum. Massai, aruarã e aires, em especial. O Massai possui folhas mais finas, são menos exigentes em fertilidade e têm menor resistência ao encharcamento. Uma das principais desvantagens é que, por conter folhar longas e cortantes, provocam lesões de difícil cicatrização na comissura labial dos animais.

Outros exemplos de excelente aceitação pelos equídeos são: Capim de Rhodes, Capim Gordura, Andropogon, Jaraguá, Setária, Capim Buffel, Quicuio, Pangola, Tangola, Grama de Burro e Pensacola.


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Aquicultura avança e promete lucros ao produtor

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Tal e qual a crescimento da agricultura e pecuária nacionais através da ampliação de áreas de produção, melhoramento genético de plantas e animais, e implantação de técnicas de manejo, se observa na aquicultura uma autêntica revolução em termos de produtividade, quantidade e qualidade de produtos obtidos.

De norte a sul, no mar, rios e lagos brasileiros percebe-se o crescimento da aquicultura, tanto pela necessidade de aumento na produção de peixes, quanto por ser a aquicultura uma alternativa a mais de renda.

A vastidão de nosso mar, a extensão de nossos rios e represas, bem como a construção de pequenos lagos e tanques na áreas rurais permitem que sejam criados e desenvolvidos os mais diversos tipos e espécies de peixes, moluscos e crustáceos.

A  extensão territorial do Brasil e diferenças climáticas de cada região, faz com que a aquicultura brasileira seja bem diversificada, de forma  a atender as características de cada espécie e as necessidades regionais das populações.

Na região norte o tambaqui e o pirarucu respondem pela maior parte da criação; no nordeste a tilápia e o camarão são o carro chefe da aquilicultura local. Já no sudeste, centro-oeste e sul o foco está na produção de trutas, moluscos bivalentes, surubim, pacu, pintado e carpas.


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Por que o gado Nelore é a raça mais difundida e lucrativa do Brasil

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As principais características que tornaram o gado nelore a raça mais difundida e lucrativa no Brasil de hoje são sua rusticidade e adaptabilidade na maioria das regiões brasileiras.

Desde sua chegada ao Brasil na segunda metade do século XIX, o gado nelore se espalhou por nosso território, sendo o principal agente pelo desbravamento e ampliação das fronteiras agrícolas e pecuárias, e do povoamento do centro-oeste e norte do país.

Sempre criado e desenvolvido no sistema intensivo de pastagens, o rebanho nelore vem se ampliando cada vez mais, dado que é menos suscetível a doenças,  principalmente aquelas promovidas pelos ecto-parasitas,

O aprimoramento e desenvolvimento de novas técnicas de reprodução, bem como o acelerado melhoramento genético da raça, em muito contribuíram para a elevação do tamanho do rebanho nelore, hoje estimado em mais de 80% do rebanho bovino total. O Brasil é hoje o principal produtor mundial desta raça.

O gado nelore é também, sem dúvida, o responsável pela colocação do Brasil como um dos principais exportadores de carne no ranking mundial.


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Vantagens na criação da galinha de angola

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Incluir a criação de galinha de angola em sua propriedade propicia vantagens, pois  é uma atividade prática, de fácil manejo e que pode agregar valores em sua atividade.

Rústicas e adaptáveis a todos ambientes e regiões, a galinha de angola apresenta também o aspecto de “ornamentação” nos locais onde são criadas.

Podem ser criadas em instalações fechadas, nada diferentes dos galinheiros habituais, com bebedouros, cochos para alimentação, poleiros e ninhos. Todavia, uma das características típicas da galinha de angola é ser conhecida como “andarilhas”.

Sob este aspecto, circulam o dia todo pela propriedade em busca de alimentos e água. Simultaneamente durante sua rotina de andarilha, se alimenta de gramíneas e insetos daninhos. Quando em pastagens com bovinos, a galinha de angola é um importante predador de parasitas externos dos animais, tais como carrapatos e sarnas.

A carne da galinha de angola é semelhante à da galinha caipira e do faisão, cujo hábito de consumo vem sendo cada vez mais difundido.

Os ovos de angola em nada diferem das qualidades nutricionais dos ovos de galinha.

Quanto à saúde das angolas, necessitam obrigatoriamente ser protegidas contra a Newcastle e Bouba Aviária.


 

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