MF Rural conquista novos clientes para leilão a Hora do Brahman.

Transmitido ao vivo para todo o Brasil e o mundo pelo MF Rural, o leilão “A Hora do Brahman”, faturou quase R$ 1 milhão. O evento foi realizado sábado (15), em grande estilo, no Portobello Resort & Safári de Magaratiba, um paraíso ao lado de Angra dos Reis, no Rio de Janeiro. Além de criadores de todo o Brasil, a elite da raça Brahman foi adquirida por pecuaristas da Bolívia e Peru. Através do leilão on line o MF Rural colocou no rol da pecuária  dois novos criadores da raça Brahman.

Cerca de 20% das compras foram realizadas pelo site do MF Rural. Os lances a longa distância só foram possíveis devido à transmissão pela internet, através do site www.mfrural.com.br, que chega onde a televisão e demais leiloeiras não têm acesso. Tal diferencial foi ressaltado por Roberto Lucas, diretor da empresa.

“Não se trata apenas de transmitir os leilões pela internet, mas alcançar o público que não tem acesso às facilidades oferecidas por nós. Acompanhar o leilão e dar lances pelo site é simples. Isso atrai novos clientes e dá visibilidade a criadores de todo Brasil e do mundo”, diz Roberto Lucas.

Segundo ele, a transmissão dos leilões é quase instantânea. O delay (atraso da imagem e do som) gira em torno de 2 a 6 segundos.

“Temos também aplicativos tanto para IOS quanto para Android onde a pessoa pode lançar no leilão na palma da mão. Só lembrando que o lance não tem delay, somente o áudio e imagem”, informa Roberto.

O trabalho do MF Rural frente ao leilão “A Hora do Brahman” foi elogiado por Carlos Jardim Borges, proprietário do Portobello Resort & Safári e um dos promotores do evento.

“Foi o primeiro ano que usamos a internet com o MF Rural no leilão, com resultado muito bom. Cerca de 20% dos lotes foram vendidos pelo site, além de ter ajudado em outras inúmeras vendas. O MF rural veio pra ficar. É uma realidade e a equipe está de parabéns”, declara.

Para saber como foi o clima do evento basta acessar

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Além da Brahman Portobello, participam do leilão os principais criadores da raça no Brasil: Brahman Canaã, Casa Branca Agropastoril, Brahman Assu e Braúnas Agropecuária.

A raça Brahman nasceu nos EUA, resultado do cruzamento do Gir, Nelore, Guzerá e Krishna Valley. Introduzido no Brasil a partir de 1994, a criação da raça vem crescendo a cada ano. O Brahman é o Zebu mais presente no mundo, criado em mais de 70 países, com mais de 60 associações formais de criadores, nos cinco continentes. Criadores importantes da pecuária de corte no Brasil, procurando melhorar a raça, introduziram uma genética oriunda de países como Estados Unidos, Argentina, Colômbia e Paraguai.

Dentre as principais características estão a tolerância a altas temperaturas e umidade, além da alta resistência a doenças e parasitas. As fêmeas têm capacidade reprodutiva regular e excelente habilidade materna. A raça tem velocidade de crescimento (com eficiente conversão alimentar), o que ocasiona produção de carne magra. A docilidade e temperamento da raça facilitam muito o manejo.

Visite a categoria de Brahman no site MF Rural clicando em Gado Brahman

Criação de equinos com pastagem

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A criação de equinos com pastagem de boa qualidade continua sendo a melhor forma de criação. Para esses animais, herbívoros, a mastigação de gramíneas chega a ser um ato prazeroso.

Com a crescente melhora no processo de cruzamento de gramíneas, surgem novas e melhores espécies de grande utilização para esses animais. Dessas gramíneas, deve-se ter destaque: coast cross, grama estrela, tifton (85, 78, 68 e 44), florakirk, florico, florona, entre outras. No Brasil, as de maior utilização são Coast Cross, grama estrela, tifton 85 e florakirk.

O Tifton 68, difundido na década de 90, é menos resistente à geadas e à seca e possuem estolões mais grossos. Já o Tifton 85 tem maior valor nutritivo, resiste ao estresse hídrico e geadas, além de permitir ganho de peso 40% maiores.
O Florakirk tem características semelhantes ao Tifton 85, mas é menos produtivo e mais adaptável a solos arenosos.

Essas gramíneas só se reproduzem pelo uso de mudas no processo. Antigamente o processo de plantio precisava ser feito em covas e sulcos, demandando grande quantidade de mão de obra e alto custo de implantação.
O plantio do gênero Cynodon (tiftons, florakirk e coast cross) são exigentes em fertilidade de solo, chuvas e adubação. Áreas em condições ideais podem permitir a acomodação de 8 equídeos/ha no período das chuvas e 3 a 4 equídeos durante a seca.
Outro grupo que vem recebendo aprimoramento genético para ser usado como alimento para equídeos são as gramíneas do gênero Panicum. Massai, aruarã e aires, em especial. O Massai possui folhas mais finas, são menos exigentes em fertilidade e têm menor resistência ao encharcamento. Uma das principais desvantagens é que, por conter folhar longas e cortantes, provocam lesões de difícil cicatrização na comissura labial dos animais.

Outros exemplos de excelente aceitação pelos equídeos são: Capim de Rhodes, Capim Gordura, Andropogon, Jaraguá, Setária, Capim Buffel, Quicuio, Pangola, Tangola, Grama de Burro e Pensacola.


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Aquicultura avança e promete lucros ao produtor

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Tal e qual a crescimento da agricultura e pecuária nacionais através da ampliação de áreas de produção, melhoramento genético de plantas e animais, e implantação de técnicas de manejo, se observa na aquicultura uma autêntica revolução em termos de produtividade, quantidade e qualidade de produtos obtidos.

De norte a sul, no mar, rios e lagos brasileiros percebe-se o crescimento da aquicultura, tanto pela necessidade de aumento na produção de peixes, quanto por ser a aquicultura uma alternativa a mais de renda.

A vastidão de nosso mar, a extensão de nossos rios e represas, bem como a construção de pequenos lagos e tanques na áreas rurais permitem que sejam criados e desenvolvidos os mais diversos tipos e espécies de peixes, moluscos e crustáceos.

A  extensão territorial do Brasil e diferenças climáticas de cada região, faz com que a aquicultura brasileira seja bem diversificada, de forma  a atender as características de cada espécie e as necessidades regionais das populações.

Na região norte o tambaqui e o pirarucu respondem pela maior parte da criação; no nordeste a tilápia e o camarão são o carro chefe da aquilicultura local. Já no sudeste, centro-oeste e sul o foco está na produção de trutas, moluscos bivalentes, surubim, pacu, pintado e carpas.


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Por que o gado Nelore é a raça mais difundida e lucrativa do Brasil

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As principais características que tornaram o gado nelore a raça mais difundida e lucrativa no Brasil de hoje são sua rusticidade e adaptabilidade na maioria das regiões brasileiras.

Desde sua chegada ao Brasil na segunda metade do século XIX, o gado nelore se espalhou por nosso território, sendo o principal agente pelo desbravamento e ampliação das fronteiras agrícolas e pecuárias, e do povoamento do centro-oeste e norte do país.

Sempre criado e desenvolvido no sistema intensivo de pastagens, o rebanho nelore vem se ampliando cada vez mais, dado que é menos suscetível a doenças,  principalmente aquelas promovidas pelos ecto-parasitas,

O aprimoramento e desenvolvimento de novas técnicas de reprodução, bem como o acelerado melhoramento genético da raça, em muito contribuíram para a elevação do tamanho do rebanho nelore, hoje estimado em mais de 80% do rebanho bovino total. O Brasil é hoje o principal produtor mundial desta raça.

O gado nelore é também, sem dúvida, o responsável pela colocação do Brasil como um dos principais exportadores de carne no ranking mundial.


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Vantagens na criação da galinha de angola

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Incluir a criação de galinha de angola em sua propriedade propicia vantagens, pois  é uma atividade prática, de fácil manejo e que pode agregar valores em sua atividade.

Rústicas e adaptáveis a todos ambientes e regiões, a galinha de angola apresenta também o aspecto de “ornamentação” nos locais onde são criadas.

Podem ser criadas em instalações fechadas, nada diferentes dos galinheiros habituais, com bebedouros, cochos para alimentação, poleiros e ninhos. Todavia, uma das características típicas da galinha de angola é ser conhecida como “andarilhas”.

Sob este aspecto, circulam o dia todo pela propriedade em busca de alimentos e água. Simultaneamente durante sua rotina de andarilha, se alimenta de gramíneas e insetos daninhos. Quando em pastagens com bovinos, a galinha de angola é um importante predador de parasitas externos dos animais, tais como carrapatos e sarnas.

A carne da galinha de angola é semelhante à da galinha caipira e do faisão, cujo hábito de consumo vem sendo cada vez mais difundido.

Os ovos de angola em nada diferem das qualidades nutricionais dos ovos de galinha.

Quanto à saúde das angolas, necessitam obrigatoriamente ser protegidas contra a Newcastle e Bouba Aviária.


 

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Vermifugação: saiba o porquê pode não estar funcionando

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A boa produtividade dos rebanhos bovinos de corte e de leite está diretamente ligada à saúde dos animais. A saúde plena dos animais depende, além da alimentação adequada, de cuidados especiais como vacinação (controle de doenças) e vermifugação (controle de parasitas).

Vermífugos para bovinos exige manejo correto na aplicação, cuidados com a dosagem, calendário específico, princípios ativos eficientes e equipamentos próprios.

Moxidectina, irvemectina, levamisol e albendazol estão entre os princípios ativos utilizados nos vermífugos da atualidade.

Hoje em dia é muito comum verificar que os parasitas apresentam resistência à eficiência de alguns vermífugos. Vários fatores influem na eficiência dos vermífugos. Dentre eles pode-se incluir a subdosagem do produto, intervalo correto entre aplicações, aplicações simultâneas com outras vacinas, equipamentos inadequados, etc.

Todo cuidado e zêlo devem ser tomados quanto à aplicação de vermífugos. Embora os custos dos vermífugos representem menos de 1% na produção dos bovinos, sua ausência ou uso inadequado pode representar até 20% de perda na sua produtividade.


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Como alimentar bezerros

Ao nascer, os bezerros têm o estômago com característica diferente dos adultos, não sendo capaz de ser alimentado com sólidos.

Em cerca de sessenta e nove dias, esse bezerro se transforma em um ruminante e passa a ter habilidade de se alimentar com alimentos volumosos e concentrados, capacitando assim a absorção de nutrientes.

As dicas para o sistema de alimentação são:

CONCENTRADO: deve ter na sua composição alimentos considerados de excelente qualidade como grãos de milho, raspa de mandioca, farelo de soja, farelo de algodão e misturas minerais.

VOLUMOSO: são importantes para o desenvolvimento fisiológico, tamanho e musculatura.
Um bom volumoso, feno ou verde picado, pode ser fornecido a partir da segunda semana de idade. Em escala de importância, para bezerros, antes dos três meses de idade, bons fenos são melhores que bons alimentos verdes picados, que, por sua vez, são melhores que boas silagens.

LÍQUIDOS: recomenda-se que os bezerros tenham, à sua disposição, desde a primeira semana de idade, água fresca e limpa, porque há evidências de maior consumo de concentrado pelos animais assim manejados.

DESALEITAMENTO OU DESMAME: quando o bezerro estiver consumindo 600 a 800 g de concentrado por dia, de maneira consistente, ele estará pronto para ser desaleitado ou desmamado, independentemente de sua idade, tamanho ou peso.

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As principais raças de ovinos no Brasil e seus benefícios

Ovelhas

Santa Inês
Origem: nordeste brasileiro. Características dos ovinos: tem cores vermelha, marrom, preta, branca, malhada. Os machos têm peso de aproximadamente 80 kg e as fêmeas de 60 kg.
São ótimas produtoras de carne e pele. As fêmeas têm boa habilidade materna, boa lactação, acasalam a qualquer época do ano e têm período de gestação de 5 meses, com intervalo de 8 meses por parto. Os partos são geralmente de 2 filhotes ou mais, com peso médio de 3,5 kg.

Suffolk
Origem: Inglaterra. É fruto das raças Norfolk e Southdow. Tem cor negra recoberta pela lã branca, cabeça e patas negras. São produtoras de carne, têm boa adaptação a diversos climas e terrenos. O macho atinge 100 kg e a fêmea, 80 kg. As fêmeas têm boa habilidade materna, boa lactação, a maioria dos cios ocorrem na época do outono e inverno, período de gestação 5 meses, intervalo entre partos de 8 meses a um ano.

Ovino Merino Australiano
Origem: Espanha, fruto do cruzamento das raças Merino Espanhol 25% Merino de Vermont 40% Merino de Electoral e Negretti 30% e Merino Ramboullet 5%.
Cor branca, lanados, machos com chifres espiralados e fêmeas mochas, boa adaptação a altas temperaturas mas baixa tolerância a umidade, rústicos, longevos, machos 90 kg, fêmeas 50 kg. São ideais para a produção de lã. Boa habilidade materna, fêmeas prolíferas porém produzem cordeiros fracos ao nascimento, peso ao nascer 3,5kg.

Ovino Bergamácia
Cor branca, lanados, mochos, dóceis, rústicos, fácil adaptação a várias condições climáticas, orelhas bem grandes e pendentes o que é próprio da raça, cascos negros, são altos 80 cm e robustos machos 120 kg fêmeas 75kg.
São ideias para a produção de leite. Fêmeas com boa habilidade materna e temperamento dócil, prolíferas apresentando sempre partos com dois ou mais filhotes, possuem um período de lactação prolongado durando 6 meses, produzindo 250kg de leite com 6% de gordura.

Ovino Karakul
Origem: Ásia Central, raça muito antiga existente a mais de mil anos praticamente isenta de miscigenação. Cor negra e a muda para diversos tipos de cores negra, cinza e branco acinzentado quando estão adultas, as fêmeas são mochas ou com chifres rudimentares, os machos possuem chifres curvos formando um espiral, são extremamente rústicos podem ser criados até no deserto, suportam bem altas e baixas temperaturas porém são de temperamento difícil e costumam se dispersar. Armazenam gordura na base da cauda. Machos pesam de 80 a 100 kg e fêmeas pesam de 45 a 70 kg. São ideias para produzir pele. As fêmeas tem boa habilidade materna e são protetoras. São pouco prolíferas, tendo apenas um filhote por parto.

 


 

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Os cuidados com bezerros recém-nascidos

bezerro

Na criação de gado de corte, a deficiência nutricional da fêmea pode afetar o trabalho de parto. Além da produção de colostro ficar com baixa capacidade e interferir no tamanho do feto.


O colostro é a secreção da glândula mamária. Tem grande valor nutritivo e confere imunidade passada pelas mães aos bezerros. É essencial que seja ingerido em maior quantidade nas primeiras seis horas de vida e tem capacidade de proteger o bezerro se for ingerido até no máximo 24 horas após o nascimento.

Nas vacas, a passagem de anticorpos protetores de doenças não acontece pela placenta, daí a importância do primeiro leite. Nele, toda a experiência imunológica é passada para o bezerro.

A cura do umbigo evita contaminações por agentes infecciosos do meio externo que de forma ascendente causam infecções generalizadas no bezerro, pois, ao nascer, este apresenta uma abertura no umbigo que serve de porta de entrada para agentes infecciosos. Estes podem causar infecção local – onfaloflebite – e sistêmica, disseminando o agente em vários órgãos, acarretando muitas vezes inflamações das articulações – onfaloarterites (caruara), pneumonias, abcessos hepáticos, renais e cardíacos. Em geral, está associada à deposição de ovos de moscas causando a instalação de miíases (bicheiras), o que pode acarretar até a morte do animal.

O umbigo deve ser cortado na medida de dois dedos e imerso em solução de iodo, na concentração de 10% em álcool, ou produto similar, imediatamente após o nascimento, causando, assim, a desidratação do umbigo e evitando o aparecimento de bicheiras.

 


 

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Gado com carne mais cara e saborosa ainda pouco conhecido no Brasil

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Foi do Japão que, há 23 anos atrás, a raça de nome Wagyu chegou ao Brasil. A raça, de origem europeia, foi introduzida no país insular para puxar arado nas lavouras de arroz, há séculos atrás.


O que diferencia a carne dessa raça de gado é o fato dela ter a chamada “carne marmorizada”, por conter veios de gordura entre as fibras. Ao ser levada para a churrasqueira, por exemplo, a gordura se derrete, dando a carne uma textura suculenta e muito macia.

Em boutiques de carnes no brasil, um bife dessa carne chega a ser vendido por R$ 300,00 – 12 vezes mais caro que o simples filé vendido nos açougues.

A criação desse tipo de gado é rara no Brasil. Atualmente, são cerca de 50 criadores, com rebanho estimado em cinco mil animais. O mercado é restrito e apresenta restrição japonesa para a saída de material genético e de animais do país.

Aqui, o Wagyu passa por adaptações, pela região não ser favorável. Cruzamentos com Nelore estão sendo testados para aprimorar mais a rusticidade, qualidade e sabor da carne.

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