COMO VENDER BEM ATRAVÉS DE ANÚNCIOS

Nós, do site MF RURAL, sabemos que, quanto maior a visualização do seu anúncio, maior a probabilidade de encontrar pessoas interessadas em negociar com você.

Para auxiliá-lo, ainda mais, nessa busca por clientes em potencial, separamos algumas dicas que podem ajudar a otimizar o seu anúncio de forma orgânica.

 

O MELHOR TÍTULO PARA O SEU ANÚNCIO

Esse é um ponto crucial, principalmente porque, é através do título que as pessoas vão encontrar o seu anúncio. É preciso ser objetivo. Diga de forma simples e direta o que você está anunciando. Isso ajudará também nos resultados de sites de busca, como o Google, por exemplo.

 

IMPORTANTE INCLUIR O VALOR 

É extremamente importante que você coloque o quanto quer receber pelo o que você está anunciando. Mas lembre-se: esse não precisa ser o valor final, pois você tem total liberdade de negociar com as pessoas interessadas. Incluir o valor facilita o início da negociação.

  

IMAGEM DO PRODUTO 

Anúncios com fotos têm sempre maior destaque e eficiência.  Dependendo da qualidade da imagem,  ilustram muito melhor o que se pretende vender.

 

CUIDADO ENTRE EXPECTATIVA E REALIDADE

Seja qual for o seu ramo, se você fornece produtos ou presta algum serviço, mostre as pessoas o que você realmente tem a oferecer. A imagem deve mostrar a realidade do que pretende vender. Além de garantir credibilidade, isso poderá ajudá-lo a fidelizar clientes e os mesmos poderão indicá-lo para outras pessoas.

 

Então mãos à obra:

– Utilize uma câmera ou celular que tenha uma boa resolução;

– Fotografe os melhores ângulos, de forma com que o seu possível cliente possa ver os detalhes mais importantes. Isso valoriza ainda mais seu produto ou serviço;

– O Tamanho da imagem pode variar, mas o mais recomendado seria 640×480 pixels.

 

DESCRIÇÃO

UMA IMAGEM VALE MAIS QUE MIL PALAVRAS? NÃO!

 

Depois de mostrar as condições e a qualidade do seu produto ou serviço através das imagens, é hora de detalhar os seus benefícios, diferenciais, informações importantes e complementares para quem está ali preparado para clicar em “Fale com o vendedor”. Então descreva de forma clara e coerente o produto anunciado e convença o comprador em potencial que o que você oferece poderá satisfazer suas necessidades.

 

SEU ANÚNCIO EM DESTAQUE

O MF Rural oferece ainda a possibilidade ao anunciante de ganhar maior destaque, incluindo seu anúncio entre os primeiros, que aparecem logo que o usuário e possível comprador entre no site. Esses destaques estão a disposição de qualquer anunciante e os valores variam conforme a localização e espaço.

Para maiores informações basta acessar a página abaixo ou entrar em contato com seu gerente:
www.mfrural.com.br/destaques.aspx

 

PRONTO PARA ALCANÇAR UM MAIOR NÚMERO DE PESSOAS?

Essas dicas podem aumentar de 20 a 28% a visualização do seu anúncio. Então aproveite esse alcance, ative seu plano, caso ainda não tenha feito e comece a fazer ótimos negócios!

Para mais informações, sobre anúncios e planos, entre em contato com a gente!

Equipe MF Rural
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A cada R$ 1,00 aplicado pela Embrapa em 2017, R$ 11,06 foram devolvidos para a sociedade

 

Segundo dados do Balanço Social da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), divulgados recentemente, para cada real aplicado pela instituição em 2017 foram devolvidos R$ 11,06 para a sociedade. O lucro social foi de R$ 37,18 bilhões, gerados a partir da adoção de 113 tecnologias e de cerca de 200 cultivares pelo setor agropecuário.

Segundo Antonio Flavio dias Ávila, pesquisador e supervisor de Avaliação de Desempenho Institucional da Secretaria de Desenvolvimento Institucional (SDI) e líder dos estudos de avaliação de impacto da Embrapa, “o lucro social deriva de benefícios econômicos obtidos por quem adota tecnologias disponibilizadas pela empresa”. “Quando relacionamos os benefícios econômicos com a receita operacional líquida anual, temos o que chamamos de retorno social ou lucro social”, explica Antonio.

Ele diz que, “se considerarmos o fluxo de benefícios econômicos e de custos das tecnologias, a taxa interna de retorno média é de 36,2%”. Para chegar ao resultado de R$ 11,06 devolvidos à sociedade, o balanço relaciona indicadores laborais, sociais e as tecnologias desenvolvidas e transferidas à sociedade.

Entre o conjunto de tecnologias e cultivares destaca-se a contribuição na tropicalização do trigo, com o desenvolvimento do cultivar BRS 404, específica para cultivo em sequeiro nos cerrados. A cultivar de soja BRS 7380RR resistente aos principais nematoides de solos – vermes microscópicos – posiciona a Embrapa na liderança numa área que havia sido dominada pela genética importada.

 

A parceria com a Confederação Nacional da Agricultura e Pecuária (CNA) e a Olimpo Informática, permitiu, no âmbito da produção animal, a criação da Plataforma de Qualidade – Carne Bonificada. A ferramenta integra todos os elos da cadeia da qualidade da carne nacional e simplifica a adesão dos produtores a protocolos de raças e às exigências dos diferentes mercados importadores. Atendidos os requisitos estabelecidos nos Programas de Certificação de Raças Bovinas, os bois abatidos recebem selos de qualidade que proporcionam ao produtor o pagamento de bonificação.

O balanço destaca, na agricultura familiar, o desenvolvimento da BRS Zamir, cultivar que já ocupa 10% da área plantada com tomate-cereja, mais produtiva, tolerante ao principal fungo que ataca o tomateiro e com alto teor de licopeno.

A Embrapa disponibiliza sua produção técnico-científica diretamente na internet. Só em 2017, o total de downloads dos conteúdos alcançou 24,5 milhões. Já o Programa Prosa Rural ganhou diversas versões na Web, inclusive aplicativo para celular.

Agronegócio no Centro-Oeste: conheça sua importância e os principais produtos

A região Centro-Oeste tem se consolidado como a líder em agronegócio no Brasil. Produção de grãos e criação de gado bovino impulsionam rendimentos.

Formada pelos estados do Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Goiás, a região Centro-Oeste era relativamente esquecida até meados de 1950. A inauguração de Brasília foi o fator que alavancou o desenvolvimento da região.

Ainda assim, ela até hoje é uma das regiões menos populosas do Brasil, com apenas 8,7 habitantes por quilômetro quadrado, sendo que 88% deles vivem em cidades. Apesar disto, tem se mostrado extremamente dinâmica economicamente. Em 2015, ano extremamente conturbado para o país, o PIB da região aumentou 1,33%, de acordo com o Banco Central. Foi o maior crescimento entre todas as regiões do Brasil.

O agronegócio é o motor que impulsiona esta taxa impressionante. Ano após ano, o Centro-Oeste tem se consolidado como o celeiro do Brasil, abastecendo tanto o mercado doméstico quanto o internacional.

crescimento economico do agronegocio

Importância econômica do agronegócio no Centro-Oeste do Brasil

O agronegócio é o setor mais importante da agricultura do Centro-Oeste brasileiro. O cenário do estado do Mato Grosso – o que mais cresce na região e em todo o território nacional – é um excelente exemplo de sua consolidação.

O Mapa da Recuperação Econômica, divulgado pelo Banco Santander, projetou um crescimento de 5,1% no PIB do estado. Ainda de acordo com a instituição, este aumento deve ser alavancado pela supersafra de grãos, viabilizada pelo clima ideal para estas culturas.

A agropecuária, por sua vez, é apontada como um bom termômetro da atividade econômica: ela movimenta a indústria e o setor de serviços. Quando seus resultados são bons, os demais setores também sentem a bonança.

O sucesso deste segmento na região se deve a uma série de fatores: grande quantidade de terras despovoadas, muitos recursos hídricos e um verão bastante chuvoso. Os resultados da indústria são tão impressionantes que as fazendas no Centro Oeste têm se valorizado ao acelerado ritmo de 16% ao ano.

Quais são os principais produtos do agronegócio no Centro-Oeste?

Quando se pensa na região Centro-Oeste, muitas pessoas fazem uma associação imediata com a produção de soja. E não é sem motivo: a região é a maior produtora nacional, e compete inclusive em mercados tradicionais e internacionais – em períodos de mal clima nos Estados Unidos, a zona brasileira chegou a desbancar a produção americana.

Mas este não é o único produto que é marca registrada da região e gera grande quantidade de riqueza para ela: o milho e o gado de corte também são importantes.

Produção de soja

A cultura da soja foi introduzida no Centro-Oeste em 1980, por imigrantes do Sul do Brasil. Ela se adaptou facilmente e, hoje, é o principal produto local.

Mesmo com o fim da alta das commodities, a soja segue em ascensão: a safra 2016/2017 cresceu 19,4% frente à anterior. A área plantada foi de 33,91 milhões de hectares, um aumento de 2% em comparação com a safra anterior.

Apesar do dólar em queda, a previsão é que as exportações do insumo cresçam 2,95% na safra 2017/2018. Isto deve se traduzir em um aumento que deve beirar os US$ 24 bilhões frente à safra anterior.

Produção de milho

O milho é o outro grão responsável por impulsionar o crescimento econômico do Centro-Oeste. Além disso, é uma cultura com espaço de sobra para crescer, o que deve atrair mais produtores.

O motivo por trás disso são os investimentos crescentes no etanol de milho. Recursos nacionais e estrangeiros têm sido depositados no projeto, que deve aumentar a capacidade produtiva nacional do combustível em mais de 1 bilhão de litros. Em 2018, seis usinas devem ser aumentadas ou construídas na região, o que deve colaborar com o escoamento da produção.

agronegocio - criaçao de gado no centro oeste

Criação de gado bovino de corte

Os três estados do Centro-Oeste são os líderes nacionais no abate de gado bovino, representando mais de um terço da produção nacional, de acordo com o IBGE.

Além das grandes áreas de terra livres, a soja e o milho produzidos na região significam alimentos de qualidade a um custo mais baixo para os animais, melhorando a qualidade da carne e animando fazendeiros a investir na pecuária. Isto, junto com a engenharia genética e o melhor controle dos custos, deve aquecer ainda mais o setor.

O principal destino da produção é o consumo humano. A carne é vendida a indústrias no Brasil e no exterior, onde é processada, embalada e encaminhada aos comerciantes varejistas, de onde vão para as mesas de milhões de famílias.

Crescimento da economia passa pelo Agronegócio Brasileiro

Para se transformar na principal atividade econômica da região Centro-Oeste, foi preciso implementar uma série de mudanças não apenas nos processos de produção mas na cultura empreendedora local. Essa mudança elevou a região à uma participação significativa no cenário nacional quanto à produção agropecuária, com elevação dos índices de produtividade. Atitudes como aumento dos investimentos em tecnologia, especialmente nas propriedades de produção tradicional, aplicação de recursos na compra de maquinários e insumos agrícolas, e, principalmente com a utilização de mão-de-obra especializada são os principais pilares desse crescimento. Dessa forma, o processo de modernização maciça do campo levou ao desenvolvimento do agronegócio e da economia da região.

Assim como no centro oeste brasileiro, o país como um todo deve se voltar para o agronegócio como uma importante alavanca para melhorar a produção industrial, fortalecer a balança econômica e ser um agente definidor da retomada do crescimento.

Agronegócio no Brasil: região sul se consolida como zona estratégica

O agronegócio no Brasil tem se desenvolvido cada vez mais. Na região Sul os destaques são a pecuária e a tecnologia para aumento da produtividade.

Ultrapassando desafios e superando expectativas, o agronegócio no Brasil têm se tornado cada vez mais desenvolvido. Apesar da instabilidade na economia, nosso país é considerado uma potência mundial.

A diversidade de paisagens e climas é um dos fatores que favorece o segmento e as particularidades de cada região permitem que o Brasil produza vários tipos de culturas.

Região Sul

No caso da região sul, o clima ameno e as chuvas bem distribuídas ao longo do ano favorecem uma série de cultivos. Apesar de ser a menor região do país em área, ela é de suma importância para o agronegócio no Brasil.

Neste post, você confere qual é o cenário atual da agropecuária no sul do Brasil, incluindo a riqueza produzida, os principais produtos e tendências. Veja:

Qual é o peso da região sul no agronegócio do Brasil?

O sul do Brasil tem uma das economias mais dinâmicas do país. Na agropecuária, não é diferente: dois de seus estados estão entre os 5 principais exportadores desse segmento a nível nacional: Rio Grande do Sul e Paraná ocupam a terceira e quarta posições, respectivamente.

Os gaúchos estão entre os mais competitivos: só o estado do Rio Grande do Sul acumula mais de 10% das exportações do agronegócio brasileiro.

Qual é a importância do agronegócio para a economia do sul?

O agronegócio ocupa um lugar importante na economia sulista. Em 2013, as exportações da agropecuária local representaram mais de metade de suas exportações totais.

A importância desse segmento é particularmente expressiva no Paraná. Neste estado, a agricultura e a pecuária representaram 65% das exportações do estado, gerando uma renda que superou os US$ 11 bilhões.

No caso do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina, a importância das exportações do agronegócio é um pouco menor, mas nem por isso deixa de ser significativa. O agronegócio representou 46,76 e 50,93% de suas pautas exportadoras, gerando uma renda de US$ 11,6 bilhões e US$ 4,4 bilhões, respectivamente.

Principais culturas do sul do Brasil

O clima, a cultura e as características gerais do sul do Brasil faz com que haja duas culturas especialmente importantes para o agronegócio da região: a soja e o tabaco. Além disso, a pecuária também tem um papel importante na economia e cultura locais.

Rio Grande do Sul é líder no plantio de fumo

O Brasil produz mais de 10% das folhas de tabaco do mundo. De acordo com a Associação de Fumicultores do Brasil (Afubra), 98% dessa produção vem do sul do país. Sua cadeia produtiva envolve cerca de 615 mil pessoas e gera uma receita bruta anual que gira em torno dos R$ 5 bilhões.

É inegável que o Rio Grande do Sul é estado que se destaca na cultura do fumo: dos 20 maiores produtores, 12 são desse estado. Apesar de a cidade gaúcha de Santa Cruz do Sul ser conhecida como a capital nacional do fumo, na safra 2014/2015 a campeã de produção foi a também gaúcha Venâncio Aires, que colheu mais de 20 mil toneladas de tabaco.

produçao soja no rs e parana

Produção de soja no Rio Grande do Sul e Paraná

Líder em produção nacional, o Mato Grosso é o estado da soja por excelência. Entretanto, logo depois dele estão Rio Grande do Sul, com uma produção que beira as 19 milhões de toneladas, e o Paraná, cuja produção supera um pouco essa cifra.

Os números apontam que o sul é a segunda região que mais produz soja no país, com um rendimento que beirou as 80 milhões de toneladas na última safra. Perde apenas para o Centro-Oeste.

Pecuária gaúcha lidera exportações

A cultura do churrasco gaúcho é uma das primeiras coisas que vêm à mente das pessoas quando elas pensam no sul. De fato, o Ministério da Agricultura e Pecuária afirma que esta última representa 65% das exportações desse estado.

Entretanto, a pecuária é de suma importância para a região como um todo. O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revela que há uma tendência de deslocamento dessa indústria, do Sudeste e do Centro-Oeste, em direção ao Sul. Ou seja: ao que tudo indica, essa indústria deve crescer – principalmente o gado leiteiro, que atualmente não é tão forte na região.

Principais tendências do agronegócio no sul do Brasil

Os principais avanços tecnológicos observados no agronegócio sulista são relativos à pecuária: os produtores da região têm investido em técnicas para o aumento de produtividade, como o aprimoramento genético, o uso de rações específicas para o ganho de peso além do tradicional farelo de soja, a ordenha mecânica, etc.

A efetividade dessas estratégias, junto com o crescimento projetado pelo IBGE, faz com que essas tecnologias tendam a se expandir.

Além disso, com os consumidores cada vez mais conscientes e exigentes, abre-se o espaço para a soja orgânica. Pouco a pouco, são desenvolvidas novas tecnologias que prometem melhorar a sua produtividade. É outra tendência para ficar de olho!

Terceiro maior exportador de produtos agrícolas do mundo, Brasil segue como o maior vendedor de soja em 2018

País segue na frente do Canadá e está atrás apenas dos EUA e da União Europeia na venda de produtos agrícolas

Na última década, o Brasil ultrapassou a Austrália e a China na exportação de produtos agrícolas do mundo. Atrás apenas de potências como Estados Unidos e União Europeia, o país segue como o terceiro maior exportador agrícola e, em 2018, deverá ser o principal comerciante mundial de soja. Em 2016, o Brasil abriu mercado em 17 países a mais de 22 produtos agrícolas, com acordos comerciais firmados com os Estados Unidos, Coreia do Sul, Japão e Vietnã.

Com negociações comerciais feitas pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), o destaque foi a conclusão de acordos para a exportação de carne bovina in natura para os EUA, carne bovina termicamente processada para o Japão e carne de aves e suína para o Vietnã. O comércio dos 22 produtos com os 17 países representou US$ 8,3 bilhões anuais e o Brasil se habilitou a disputar uma fatia do montante com os acordos.

Todas as negociações fazem parte dos esforços do Mapa para elevar a participação do País no comércio agrícola mundial de 6,9% para 10% em cinco anos, em um mercado que representa US$ 1,08 trilhão anualmente. Segundo o balanço do último ano, em 2016 as exportações agrícolas brasileiras somaram US$ 66,7 bilhões – 71,9% são correspondentes às exportações dos produtos de complexos como soja, carnes e sucroalcooleiro.

venda de produtos agrícolas

Principais produtos agrícolas do Brasil

Entre os principais produtos agropecuários do Brasil, destaque para a cana de açúcar, a laranja e o café, dos quais somos os maiores produtores mundiais; para o fumo, a carne bovina e a soja (nos encontramos na segunda posição internacional) e o milho, produto que coloca o Brasil como o terceiro em volume de produção anual.

O avanço da agricultura brasileira nos últimos anos provém de uma série de fatores, como recursos naturais abundantes, como solo, luz e água, diversidade de produtos e câmbio relativamente favorável, além do crescimento da demanda proveniente de países asiáticos e aumento da produtividade das lavouras. Essas vantagens competitivas alavancaram o Brasil à terceira posição como maior exportador do mundo, mesmo durante a crise, onde o País manteve sua liderança mundial na venda de açúcar, café e suco de laranja.

Principal produto da agricultura brasileira, a soja responde por mais de 9% de toda a balança comercial do País ocupa a maior parte das terras agricultáveis. O mercado estrangeiro recebe o montante mais considerável da nossa produção, o que rendeu a previsão do Brasil na posição de maior exportador de soja do mundo em 2018.

Por ocorrer no período de entressafra nos países do norte, a produção de soja no Brasil sai na frente no mercado mundial, onde a exportação acontece em volumes maiores para a alimentação dos rebanhos. Com a mecanização do campo e da expansão da fronteira agrícola, a produção de soja no País ganhou força em um processo marcado pelo avanço dos produtos sulistas diretamente para a região central brasileira.

Consequentemente, os líderes no ranking nacional de produtividade de soja são os estados da região Centro-Oeste, com o Mato Grosso destacado, bem como o Rio Grande do Sul, Paraná, Bahia e Tocantins.

Carne bovina à brasileira: nossa produção agrícola no setor

Com mais de 200 milhões de cabeças de gado, ficando atrás apenas dos EUA, o Brasil possui o segundo maior rebanho bovino do mundo e é o país que mais exporta esse tipo de carne. Segundo o Ministério da Agricultura, apenas 16% da carne bovina brasileira segue para o mercado externo, já que a lucratividade do mercado interno nacional é alta.

exoprtação de gado

Até 2019, a previsão é que as exportações de carne brasileira responderão por 60% do comércio mundial do produto. Além da carne, o País também possui uma produtividade alta de leite voltada ao mercado interno. Com a ocupação de grandes áreas, a pecuária no Brasil segue extensiva por conta da disponibilidade de terras e das estratégias latifundiárias para a produtividade de suas propriedades. Entretanto, o País também vem aumentando sua atuação no setor da pecuária intensiva, diretamente ligadas a agroindústrias de leite e de corte.

Com um desenvolvimento do setor agrícola muito superior aos demais da economia do Brasil, o superávit do agronegócio brasileiro foi de quase US$ 900 bilhões entre 2000 e 2016, contrastando com déficits na grande parte dos outros setores. Tudo indica que, enquanto em outros segmentos o País ainda segue engatinhando, no mercado agrícola o desenvolvimento segue a todo vapor. Com máquinas agrícolas potentes e poderosas, que aumentam a produtividade nos campos do Brasil, o setor agrícola com maior rendimento operacional e conforto aos operadores, pronto para

Dicas no plantio de feijão

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Grande parte da produção de feijão no Brasil vem da agricultura familiar. Esse tipo de produção representa cerca de 60% de toda produção nacional. Daí o porquê desse setor não ser muito especializado.

Grandes produtores optam por produzir a leguminosa como uma aposta de curto prazo em meio a suas outras atividades.

O feijão comum é cultivado para obtenção de suas sementes que serão destinadas ao consumo. Hoje, há um grande número de variedades cultivadas; que variam em cores, formas e tamanhos. A seguir, você acompanha algumas dicas cruciais para uma plantação de feijão eficaz, que trará ótimos resultados.

Clima: a temperatura deve variar entre 15ºC e 30ºC durante todo o ciclo de cultivo da planta. O ideal é entre 18ºC e 25ºC. O feijão não suporta geadas e baixas temperaturas.
Luminosidade: necessita de alta luminosidade (luz solar direta, por exemplo). Em regiões com maior intensidade de radiação solar, a plantação de feijão pode ficar parcialmente sombreada por plantas mais altas cultivadas na mesma área, como o milho.
Solo: este precisa estar bem drenado, fértil e rico em matéria orgânica, com pH entre 5,5 e 6,5. A irrigação precisa ser feita de forma a manter o solo sempre úmido, mas sem deixá-lo encharcado.
Plantio: as sementes deverão ser colocadas no local definitivo, a uma profundidade de 3 cm a 7 cm (3 ou 4 se o solo for pesado ou a uma profundidade maior se o solo for leve).

O espaçamento pode variar de acordo com a variedade a ser cultivada e com as condições desse cultivo. O espaçamento padrão é de 40 a 60 cm entre as linhas e 7 a 10 cm entre as plantas. No primeiro mês de cultivo, é essencial que plantas invasoras sejam retiradas, pois essas podem estar concorrendo por recursos e nutrientes.
Colheita: é geralmente feita de 80 a 100 dias após a germinação. As vagens secas podem ser colhidas manualmente em plantações pequenas. Em plantações maiores, a colheita é feita quando cerca de 90% das vagens estão secas, cortando ou arrancando as plantas, manualmente ou com o uso de máquinas colheitadeiras.


Veja aqui alguns produtos mencionados acima: feijãosementescolheitadeiras.

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Mercado de Eucalipto em alta – Blog MF Rural

eucalipto

Em Espirito Santo, a árvore é fonte de renda garantida para o agricultor. O estado apresenta cerca de 250 mil hectares de florestas de eucalipto. A madeira produzida é usada por fábricas de celulose.

Para a produção de 2,3 milhões de toneladas de celulose por ano, três fábricas devoram 8 milhões de metros cúbicos de madeira e 90% do que é produzido vai para exportação.

A produtividade é um dos fatores que mais chamam atenção no Brasil. O mercado cresce 5,8% ao ano, o que equivale a 500 mil toneladas de celulose. O crescimento anual em área plantada de eucalipto é de aproximadamente 50 mil hectares por ano.

Florestas próprias das industrias produzem 70% da matéria-prima necessária e a colheita é feita em árvores de seis a sete anos de idade.

Veja aqui alguns produtos mencionados acima: eucalipto, celulose, madeira.

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