Gado de leite: nutrição balanceada aumenta a produtividade

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Formas de aumentar a produtividade e melhorar a qualidade do leite são algumas dúvidas do produtor, e uma das respostas está na alimentação do seu rebanho de gado de leite.

O gado leiteiro exige atenção especial quanto a alimentação, diferentemente do gado de corte, pois que dela dependem a qualidade e produtividade de leite.

Por representar grande parte dos custos na produção de leite, a alimentação do gado leiteiro deve ser cuidadosamente planejada, independentemente seja o gado manejado em regime confinado ou apasto.

Balanceamento de rações ou manejo de pastagens executados técnica e eficientemente, baixam custos, agregam valor ao leite e melhoram a competitividade do produtor.


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Saiba como cultivar café e entre para o agronegócio

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Introduzido no Brasil nos primórdios do Século XVIII, o café é a cultura perene mais desenvolvida da agricultura brasileira, sendo por vários anos nosso mais importante produto de exportação, e que fez do Brasil seu maior produtor mundial.

Nestes 3 séculos de cultivo de café, muita evolução houve quanto ao plantio, cultivo, manejo e modalidades de comercialização, sempre indo ao encontro do aumento de produtividade por área plantada, racionalização da mão de obra, redução de custos e expressividade de ganhos.

Seja qual for a dimensão da área disponível para cultivo de café, a necessidade de aprimoramento e conhecimento técnico são imprescindíveis para a atividade. Fatores como região, topografia, qualidade de solo, média de temperaturas e pluviosidade, são de extrema importância na produção de café, que deve cada vez menos depender de mão de obra braçal.

Variedades de sementes e mudas, técnicas modernas de manejo, constantes inovações tecnológicas em equipamentos e conhecimento de mercado ainda mantém o Brasil como maior produtor mundial de café.

 


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Os 3 passos para o cultivo de orgânicos

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Saudável e sustentável, a cultura de alimentos orgânicos ganha cada vez mais preferência e espaço no mercado consumidor e consequentemente cresce sua produção nas áreas rurais.

Com crescimento anual  em torno de 30%, essa atividade tem se mostrado uma alternativa prática e mais rentável para pequenos e médios produtores.

Para a produção e comercialização de “alimentos orgânicos”, sejam eles de origem vegetal ou animal, o produtor deve atender  normas específicas para este fim, dentre as quais enumeramos alguns requisitos básicos:

– Não utilização de produtos químicos , principalmente os sintéticos, na adubação de plantas, controle de pragas e alimentação de animais. Tudo deve ser feito à base de produtos orgânicos,  tais como farelos de grãos e vegetais. Especificamente quanto a adubos, utilizar uma mistura fermentada de farelos de grãos e terra, denominada “bokashi”.

– Uso responsável dos recursos naturais: controle racional do uso do solo com boas práticas de rotação de culturas, manutenção das fontes de água com preservação e manutenção de leitos e nascentes, e a reutilização de palhas, estercos e outros resíduos formam o conjunto que mantem naturalmente as condições da produção de produtos orgânicos.

– Obtenção da certificação de “produtos orgânicos” se faz necessária para a livre comercialização destes produtos. Esta certificação é obtida por auditoria realizada e acompanhada pela Coordenação de Agroecologia da Secretaria de Desenvolvimento Agropecuário e Cooperativismo, do Ministério da Agricultura.


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A importância da roçadeira na manutenção do pastagem

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A saúde do gado, seja o de corte quanto o leiteiro, é um fator de grande relevância para o produtor rural.
Para atingir esse objetivo é necessário cuidar das pastagens das quais esse gado se alimenta.

Plantas indesejadas (ou daninhas), além de competir por nutrientes do solo, podem intoxicar os animais e levá-los a óbito, afetando a sua produção.

Queimadas e pesticidas são maneira de evitar o desenvolvimento dessa plantas, mas essas práticas são agressões ao solo, o que não é viável.

Uma maneira segura de controlar as daninhas é através da poda e o melhor equipamento para essa tarefa é a roçadeira.

A roçadeira é um equipamento agrícola simples e de fácil manuseio, porém é preciso escolher o modelo que se adéqua melhor à sua necessidade.

Existem modelos de roçadeiras a bateria, elétricas e a combustão – essa é mais indicada para trabalhos nos setores da agropecuária no Brasil e no manejo sustentável.

A roçadeira a combustão utiliza gasolina e é indicada na realização de atividades em ambientes externos e de extensão considerável, já que possui maior potência se comparada às outras.


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Doenças na cultura da safrinha de milho

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Ano após ano, a safrinha de milho tem se tornado uma atividade lucrativa e importante. Apesar da força e sistema produtivo com área estimada de 8,13 milhões de hectares em 2015, esse tipo de cultura é influenciado por diversos fatores: logística, mercado, instabilidade política, câmbio, entre outros.

Um dos principais desafios encontrados nas fazendas cuja dedicação é redirecionada à cultura do milho, é o manejo das doenças acometidas à essa cultura. As doenças presentes são várias e afetam diferentes localidades da planta: doenças foliares, que reduzem a taxa fotossintética, que atacam o colmo, o acabamento, que atacam as espigas e os grãos. Cada doença tem sua particularidade e é diretamente ligadas as interações da tríade ambiente + patógeno + hospedeiro.

O passo inicial ao combate dessas doenças é saber que não se pode adotar uma estratégia de manejo que atenda de maneira global todas as necessidades. Deve-se saber inicialmente o quanto você deseja produzir. Respondida essa questão, define-se a estratégia que será tomada, de acordo com o tamanho da produção. Definir os híbridos explorando a combinação de produtos que atendam às necessidades de semeadura, abertura, meio e fechamento é essencial. Deve-se escolher o híbrido certo para o hectare certo.

Nas janelas de abertura e meio de semeadura deve-se optar por híbridos com maior potencial genético. Para o fechamento, recomenda-se os mais rústicos e tolerantes a estresses ambientais. Essa diferença deve ser respeitada no manejo de doenças, mesmo que a mesma estratégia nem sempre seja de sucesso para todas as situações.
e é preciso atentar-se às doenças de maior evidência na região do plantio. O ambiente é fator determinante número um na ocorrência de possíveis doenças na cultura de milho.

No centro do Brasil, por exemplo, há ocorrência de diferentes doenças relacionadas à altitude e temperatura local. A incidência da doença pinta branca (phaeosphaeria maydis) é percebida no sudoeste goiano, mas não é vista no estado de Mato Grosso, por exemplo. Devemos nos atentar às peculiaridades de cada microrregião para que o manejo correto seja colocado ação, associando o uso de híbridos tolerantes e épocas de semeadura com o manejo químico. Para posicionar híbridos na janela de plantio, o fundamental é observar a interação do patógeno com o ambiente. Isso evita que a exposição do híbrido esteja favorável ao desenvolvimento de determinados agentes patogênicos.

O manejo químico das doenças tem influência direta no combate das mesmas. A aplicação defungicidas na cultura do milho, por exemplo, é recomendada e vem sendo cada vez mais difundida. De uma a três aplicações, dependendo da situação, a prática é bastante comum quando o objetivo é o máximo potencial produtivo.  Mas, uma questão crucial é: todo fungicida vale para todas as doenças? A resposta para essa pergunta você encontra clicando AQUI.

A produção de cana-de-açúcar no Brasil e no mundo

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Em termos regionais, o Brasil apresenta dois períodos distintos de safra: de Setembro a Março no Norte e Nordeste e de Abril a Novembro, no Centro e Sul.


Mesmo a produção de etanol se estender por todo ano, na região Norte-Nordeste, esta representa apenas 10% do total nacional, que foi de 22,5 bilhões de litros em 2007. As maiores destilarias produzem cerca de 85 litros de etanol anidro por tonelada de cana. As usinas têm produção que gira em torno de 71 kg de açúcar e 42 litros de etanol para cada tonelada de cana processada.

Há uma concentração maior de usinas na Zona da Mata, região Nordeste, e no estado de São Paulo, na região Sudeste. No geral, as áreas de cultivo da cana-de-açúcar localizam-se em raio de 25 km das usinas, ajudando a baratear o transporte. O estado de São Paulo é destacável no volume, já que representa 60% de toda a produção de cana, açúcar e etanol do país. O segundo maior produtor é o Paraná, com 8% da cana moída no Brasil.

No mundo, a cana de açúcar é cultivada em mais de 100 países, sendo a principal cultura e a maior fonte de mão de obra no meio rural. Apesar da difusão mundial, 80% da produção do planeta está concentrada em dez países: Brasil, Índia, China, México, Tailândia, Paquistão, Colômbia, Austrália, Indonésia, Estados Unidos. Brasil e Índia são os que mais produzem, totalizando mais da metade de toda a cana produzida mundialmente.

Mesmo a cana de açúcar tendo alta importância econômica, Mesmo a cana de açúcar tendo alta importância econômica, sua cultura representa pouco quando o assunto é a ocupação de área, se comparada àquelas dedicadas à produção de grãos. A área colhida de cana-de-açúcar no mundo foi de aproximadamente 20,4 milhões de hectares em 2006. No mesmo ano, a área colhida de soja foi de 93,0 milhões de hectares, a de milho correspondeu a 144,4 milhões de hectares e a de arroz, 154,3 milhões.  No Brasil, a cana-de-açúcar é a terceira cultura temporária em termos de ocupação de área, atrás da soja e do milho. A eficiência de conversão fotossintética da cana é excelente, permitindo uma produtividade excepcional.


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As principais raças de ovinos no Brasil e seus benefícios

Ovelhas

Santa Inês
Origem: nordeste brasileiro. Características dos ovinos: tem cores vermelha, marrom, preta, branca, malhada. Os machos têm peso de aproximadamente 80 kg e as fêmeas de 60 kg.
São ótimas produtoras de carne e pele. As fêmeas têm boa habilidade materna, boa lactação, acasalam a qualquer época do ano e têm período de gestação de 5 meses, com intervalo de 8 meses por parto. Os partos são geralmente de 2 filhotes ou mais, com peso médio de 3,5 kg.

Suffolk
Origem: Inglaterra. É fruto das raças Norfolk e Southdow. Tem cor negra recoberta pela lã branca, cabeça e patas negras. São produtoras de carne, têm boa adaptação a diversos climas e terrenos. O macho atinge 100 kg e a fêmea, 80 kg. As fêmeas têm boa habilidade materna, boa lactação, a maioria dos cios ocorrem na época do outono e inverno, período de gestação 5 meses, intervalo entre partos de 8 meses a um ano.

Ovino Merino Australiano
Origem: Espanha, fruto do cruzamento das raças Merino Espanhol 25% Merino de Vermont 40% Merino de Electoral e Negretti 30% e Merino Ramboullet 5%.
Cor branca, lanados, machos com chifres espiralados e fêmeas mochas, boa adaptação a altas temperaturas mas baixa tolerância a umidade, rústicos, longevos, machos 90 kg, fêmeas 50 kg. São ideais para a produção de lã. Boa habilidade materna, fêmeas prolíferas porém produzem cordeiros fracos ao nascimento, peso ao nascer 3,5kg.

Ovino Bergamácia
Cor branca, lanados, mochos, dóceis, rústicos, fácil adaptação a várias condições climáticas, orelhas bem grandes e pendentes o que é próprio da raça, cascos negros, são altos 80 cm e robustos machos 120 kg fêmeas 75kg.
São ideias para a produção de leite. Fêmeas com boa habilidade materna e temperamento dócil, prolíferas apresentando sempre partos com dois ou mais filhotes, possuem um período de lactação prolongado durando 6 meses, produzindo 250kg de leite com 6% de gordura.

Ovino Karakul
Origem: Ásia Central, raça muito antiga existente a mais de mil anos praticamente isenta de miscigenação. Cor negra e a muda para diversos tipos de cores negra, cinza e branco acinzentado quando estão adultas, as fêmeas são mochas ou com chifres rudimentares, os machos possuem chifres curvos formando um espiral, são extremamente rústicos podem ser criados até no deserto, suportam bem altas e baixas temperaturas porém são de temperamento difícil e costumam se dispersar. Armazenam gordura na base da cauda. Machos pesam de 80 a 100 kg e fêmeas pesam de 45 a 70 kg. São ideias para produzir pele. As fêmeas tem boa habilidade materna e são protetoras. São pouco prolíferas, tendo apenas um filhote por parto.

 


 

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Dicas no combate à lagarta mandarová

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O mandarová da mandioca é considerado uma das pragas que mais necessitam atenção, principalmente pela alta capacidade de consumo foliar, até mesmo nos últimos estágios larvais. Essa lagarta causa severo desfolhamento, o que pode reduzir drasticamente o rendimento e ocasionar a morte de plantas jovens.

Seu aparecimento se dá em qualquer época do ano, mas é no início da estação chuvosa ou da seca que ele se mostra mais ativo.

No início da manifestação da lagarta, ela pode ser de difícil visibilidade pelo seu tamanho diminuto e à coloração semelhante às folhas. No período de desenvolvimento podem consumir, em média, 1.107 cm² de área foliar.

As plantas invasoras das plantações ou presentes nas imediações servem de hospedeiras à praga, portanto é de alta recomendação sua eliminação. Com a prática da aração da área, também, há o enterro profundo das pupas, enquanto as que ficam na superfície são expostas aos raios solares e igualmente eliminadas.

Em caso de ataques contínuos, é recomendado uma rotação de cultuas, já que ao desaparecer o hospedeiro mais prolífero, ocorre a diminuição da praga. Inspeção periódica das lavouras, identificando os focos iniciais é o mais eficiente método de controle.

O inseticida biológico à base de Bacillus thuringiensis tem mostrado grande eficiência no controle do mandarová, principalmente se aplicado em lagartas com tamanho entre 5 mm e 3,5 cm, ou seja, lagartas no primeiro e terceiro instares. Outro agente biológico de grande eficiência no controle dessa praga é Baculoviros erinnyis, um vírus que as ataca. O controle deve ser feito quando forem encontradas de cinco a sete lagartas pequenas por planta, embora este número de lagartas por planta seja flexível, a depender do estágio de desenvolvimento e do vigor das plantas, do cultivo e das condições ambientais.


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Os cuidados com bezerros recém-nascidos

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Na criação de gado de corte, a deficiência nutricional da fêmea pode afetar o trabalho de parto. Além da produção de colostro ficar com baixa capacidade e interferir no tamanho do feto.


O colostro é a secreção da glândula mamária. Tem grande valor nutritivo e confere imunidade passada pelas mães aos bezerros. É essencial que seja ingerido em maior quantidade nas primeiras seis horas de vida e tem capacidade de proteger o bezerro se for ingerido até no máximo 24 horas após o nascimento.

Nas vacas, a passagem de anticorpos protetores de doenças não acontece pela placenta, daí a importância do primeiro leite. Nele, toda a experiência imunológica é passada para o bezerro.

A cura do umbigo evita contaminações por agentes infecciosos do meio externo que de forma ascendente causam infecções generalizadas no bezerro, pois, ao nascer, este apresenta uma abertura no umbigo que serve de porta de entrada para agentes infecciosos. Estes podem causar infecção local – onfaloflebite – e sistêmica, disseminando o agente em vários órgãos, acarretando muitas vezes inflamações das articulações – onfaloarterites (caruara), pneumonias, abcessos hepáticos, renais e cardíacos. Em geral, está associada à deposição de ovos de moscas causando a instalação de miíases (bicheiras), o que pode acarretar até a morte do animal.

O umbigo deve ser cortado na medida de dois dedos e imerso em solução de iodo, na concentração de 10% em álcool, ou produto similar, imediatamente após o nascimento, causando, assim, a desidratação do umbigo e evitando o aparecimento de bicheiras.

 


 

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Dicas no plantio de feijão

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Grande parte da produção de feijão no Brasil vem da agricultura familiar. Esse tipo de produção representa cerca de 60% de toda produção nacional. Daí o porquê desse setor não ser muito especializado.

Grandes produtores optam por produzir a leguminosa como uma aposta de curto prazo em meio a suas outras atividades.

O feijão comum é cultivado para obtenção de suas sementes que serão destinadas ao consumo. Hoje, há um grande número de variedades cultivadas; que variam em cores, formas e tamanhos. A seguir, você acompanha algumas dicas cruciais para uma plantação de feijão eficaz, que trará ótimos resultados.

Clima: a temperatura deve variar entre 15ºC e 30ºC durante todo o ciclo de cultivo da planta. O ideal é entre 18ºC e 25ºC. O feijão não suporta geadas e baixas temperaturas.
Luminosidade: necessita de alta luminosidade (luz solar direta, por exemplo). Em regiões com maior intensidade de radiação solar, a plantação de feijão pode ficar parcialmente sombreada por plantas mais altas cultivadas na mesma área, como o milho.
Solo: este precisa estar bem drenado, fértil e rico em matéria orgânica, com pH entre 5,5 e 6,5. A irrigação precisa ser feita de forma a manter o solo sempre úmido, mas sem deixá-lo encharcado.
Plantio: as sementes deverão ser colocadas no local definitivo, a uma profundidade de 3 cm a 7 cm (3 ou 4 se o solo for pesado ou a uma profundidade maior se o solo for leve).

O espaçamento pode variar de acordo com a variedade a ser cultivada e com as condições desse cultivo. O espaçamento padrão é de 40 a 60 cm entre as linhas e 7 a 10 cm entre as plantas. No primeiro mês de cultivo, é essencial que plantas invasoras sejam retiradas, pois essas podem estar concorrendo por recursos e nutrientes.
Colheita: é geralmente feita de 80 a 100 dias após a germinação. As vagens secas podem ser colhidas manualmente em plantações pequenas. Em plantações maiores, a colheita é feita quando cerca de 90% das vagens estão secas, cortando ou arrancando as plantas, manualmente ou com o uso de máquinas colheitadeiras.


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