Dicas no combate à lagarta mandarová

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O mandarová da mandioca é considerado uma das pragas que mais necessitam atenção, principalmente pela alta capacidade de consumo foliar, até mesmo nos últimos estágios larvais. Essa lagarta causa severo desfolhamento, o que pode reduzir drasticamente o rendimento e ocasionar a morte de plantas jovens.

Seu aparecimento se dá em qualquer época do ano, mas é no início da estação chuvosa ou da seca que ele se mostra mais ativo.

No início da manifestação da lagarta, ela pode ser de difícil visibilidade pelo seu tamanho diminuto e à coloração semelhante às folhas. No período de desenvolvimento podem consumir, em média, 1.107 cm² de área foliar.

As plantas invasoras das plantações ou presentes nas imediações servem de hospedeiras à praga, portanto é de alta recomendação sua eliminação. Com a prática da aração da área, também, há o enterro profundo das pupas, enquanto as que ficam na superfície são expostas aos raios solares e igualmente eliminadas.

Em caso de ataques contínuos, é recomendado uma rotação de cultuas, já que ao desaparecer o hospedeiro mais prolífero, ocorre a diminuição da praga. Inspeção periódica das lavouras, identificando os focos iniciais é o mais eficiente método de controle.

O inseticida biológico à base de Bacillus thuringiensis tem mostrado grande eficiência no controle do mandarová, principalmente se aplicado em lagartas com tamanho entre 5 mm e 3,5 cm, ou seja, lagartas no primeiro e terceiro instares. Outro agente biológico de grande eficiência no controle dessa praga é Baculoviros erinnyis, um vírus que as ataca. O controle deve ser feito quando forem encontradas de cinco a sete lagartas pequenas por planta, embora este número de lagartas por planta seja flexível, a depender do estágio de desenvolvimento e do vigor das plantas, do cultivo e das condições ambientais.


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Os cuidados com bezerros recém-nascidos

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Na criação de gado de corte, a deficiência nutricional da fêmea pode afetar o trabalho de parto. Além da produção de colostro ficar com baixa capacidade e interferir no tamanho do feto.


O colostro é a secreção da glândula mamária. Tem grande valor nutritivo e confere imunidade passada pelas mães aos bezerros. É essencial que seja ingerido em maior quantidade nas primeiras seis horas de vida e tem capacidade de proteger o bezerro se for ingerido até no máximo 24 horas após o nascimento.

Nas vacas, a passagem de anticorpos protetores de doenças não acontece pela placenta, daí a importância do primeiro leite. Nele, toda a experiência imunológica é passada para o bezerro.

A cura do umbigo evita contaminações por agentes infecciosos do meio externo que de forma ascendente causam infecções generalizadas no bezerro, pois, ao nascer, este apresenta uma abertura no umbigo que serve de porta de entrada para agentes infecciosos. Estes podem causar infecção local – onfaloflebite – e sistêmica, disseminando o agente em vários órgãos, acarretando muitas vezes inflamações das articulações – onfaloarterites (caruara), pneumonias, abcessos hepáticos, renais e cardíacos. Em geral, está associada à deposição de ovos de moscas causando a instalação de miíases (bicheiras), o que pode acarretar até a morte do animal.

O umbigo deve ser cortado na medida de dois dedos e imerso em solução de iodo, na concentração de 10% em álcool, ou produto similar, imediatamente após o nascimento, causando, assim, a desidratação do umbigo e evitando o aparecimento de bicheiras.

 


 

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Dicas no plantio de feijão

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Grande parte da produção de feijão no Brasil vem da agricultura familiar. Esse tipo de produção representa cerca de 60% de toda produção nacional. Daí o porquê desse setor não ser muito especializado.

Grandes produtores optam por produzir a leguminosa como uma aposta de curto prazo em meio a suas outras atividades.

O feijão comum é cultivado para obtenção de suas sementes que serão destinadas ao consumo. Hoje, há um grande número de variedades cultivadas; que variam em cores, formas e tamanhos. A seguir, você acompanha algumas dicas cruciais para uma plantação de feijão eficaz, que trará ótimos resultados.

Clima: a temperatura deve variar entre 15ºC e 30ºC durante todo o ciclo de cultivo da planta. O ideal é entre 18ºC e 25ºC. O feijão não suporta geadas e baixas temperaturas.
Luminosidade: necessita de alta luminosidade (luz solar direta, por exemplo). Em regiões com maior intensidade de radiação solar, a plantação de feijão pode ficar parcialmente sombreada por plantas mais altas cultivadas na mesma área, como o milho.
Solo: este precisa estar bem drenado, fértil e rico em matéria orgânica, com pH entre 5,5 e 6,5. A irrigação precisa ser feita de forma a manter o solo sempre úmido, mas sem deixá-lo encharcado.
Plantio: as sementes deverão ser colocadas no local definitivo, a uma profundidade de 3 cm a 7 cm (3 ou 4 se o solo for pesado ou a uma profundidade maior se o solo for leve).

O espaçamento pode variar de acordo com a variedade a ser cultivada e com as condições desse cultivo. O espaçamento padrão é de 40 a 60 cm entre as linhas e 7 a 10 cm entre as plantas. No primeiro mês de cultivo, é essencial que plantas invasoras sejam retiradas, pois essas podem estar concorrendo por recursos e nutrientes.
Colheita: é geralmente feita de 80 a 100 dias após a germinação. As vagens secas podem ser colhidas manualmente em plantações pequenas. Em plantações maiores, a colheita é feita quando cerca de 90% das vagens estão secas, cortando ou arrancando as plantas, manualmente ou com o uso de máquinas colheitadeiras.


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Mercado de Eucalipto em alta – Blog MF Rural

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Em Espirito Santo, a árvore é fonte de renda garantida para o agricultor. O estado apresenta cerca de 250 mil hectares de florestas de eucalipto. A madeira produzida é usada por fábricas de celulose.

Para a produção de 2,3 milhões de toneladas de celulose por ano, três fábricas devoram 8 milhões de metros cúbicos de madeira e 90% do que é produzido vai para exportação.

A produtividade é um dos fatores que mais chamam atenção no Brasil. O mercado cresce 5,8% ao ano, o que equivale a 500 mil toneladas de celulose. O crescimento anual em área plantada de eucalipto é de aproximadamente 50 mil hectares por ano.

Florestas próprias das industrias produzem 70% da matéria-prima necessária e a colheita é feita em árvores de seis a sete anos de idade.

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Gado com carne mais cara e saborosa ainda pouco conhecido no Brasil

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Foi do Japão que, há 23 anos atrás, a raça de nome Wagyu chegou ao Brasil. A raça, de origem europeia, foi introduzida no país insular para puxar arado nas lavouras de arroz, há séculos atrás.


O que diferencia a carne dessa raça de gado é o fato dela ter a chamada “carne marmorizada”, por conter veios de gordura entre as fibras. Ao ser levada para a churrasqueira, por exemplo, a gordura se derrete, dando a carne uma textura suculenta e muito macia.

Em boutiques de carnes no brasil, um bife dessa carne chega a ser vendido por R$ 300,00 – 12 vezes mais caro que o simples filé vendido nos açougues.

A criação desse tipo de gado é rara no Brasil. Atualmente, são cerca de 50 criadores, com rebanho estimado em cinco mil animais. O mercado é restrito e apresenta restrição japonesa para a saída de material genético e de animais do país.

Aqui, o Wagyu passa por adaptações, pela região não ser favorável. Cruzamentos com Nelore estão sendo testados para aprimorar mais a rusticidade, qualidade e sabor da carne.

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O que você sabe sobre a alfafa?

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A alfafa é rica em nutrientes, possui grandes quantidades de vitaminas A, C, D, E, K e do complexo B. Esses fatores são determinantes para a leguminosa ser utilizada como feno, já que é uma forrageira com alto teor de proteína, minerais e vitaminas.

A alfafa tem sido cultivada em larga escala em ambientes tropicais, apesar de ser uma das forrageiras mais difundidas em países de clima temperado.

Apesar de até então, a alfafa ser cultivada predominantemente no Rio Grande do Sul pelas condições climáticas, verifica-se aumento da área plantada nas regiões Sudeste e Centro-Oeste, em função da crescente implantação de sistemas intensivos de produção com bovinos de leite, o que, consequentemente, tem aumentado a demanda por alimentos de alto valor nutritivo.

Uma vez estabelecido, um campo de alfafa produzirá feno de boa qualidade durante vários anos, podendo durar até dez anos antes de ser replantado.
Se você tem animais que produzem leite ou carne e tem condições propícias para plantio, pode ser uma boa opção. Pesquise, invista.

 

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Por que criar ovelhas?

 

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A ovelha é um animal com grande importância no agronegócio, já que é fonte de carne, laticínios, ecouro. É quase sempre criada em rebanhos e seu manejo precisa de cuidados, já que é um tipo de animal mais sensível.
Dependendo do local em que é criada, por exemplo no sul do Brasil, as crias recém-nascidas necessitam de cuidado intenso devido ao frio.


Mesmo com todos esses cuidados, em muitos casos, ter uma criação de ovelhas rende mais do que criação de bois, por exemplo.

Podemos afirmar isso porque:

  • O valor da carne ovina no mercado é o dobro da bovina.
  • A produção de carne ovina é quatro vezes menor que a bovina.
  • Um cordeiro ganha 2% de peso ao dia, enquanto um bovino ganha 0,2%.
  • O tempo de gestação de uma ovelha é metade do que de uma vaca (145 contra 285 dias).
  • Em 1 hectare é possível criar uma vaca, enquanto na mesma área, pode-se fazer a criação de 10 ovelhas.
  • Em dois anos, uma vaca pode produzir dois bezerros que serão vendidos por U$ 200,00 (cerca de R$550,00). Enquanto no mesmo período 10 ovelhas, podem produzir 36 cordeiros que serão vendidos por U$1.560,00 (cerca de A criação de ovelhas é facilmente adequada a pequenas, médias e grandes propriedades.

 

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