Soja é destaque na colheita do Tocantins

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O estado do Tocantins estima que sua produção total de grãos para a safra atual será de 3,8 milhões de toneladas, proporcionada pelas culturas de  arroz, milho e soja, sendo a soja o principal item  desse crescimento com montante estimado em 2,2 milhões de toneladas.

Grande tem sido o empenho dos organismos locais em promover o aumento e qualidade da produção de soja no Tocantins, seja pelo mapeamento dos vários tipos de solos, incentivos á  utilização  de tecnologias modernas e aproveitamento de áreas com pastagens degradas, que ultrapassam os 5 milhões de hectares.

Com técnicas simples e eficazes, o Estado busca melhorar cada vez mais sua produção, incentivando e oferecendo aos agricultores os meios necessários para tanto.

Por caracterizar-se por uma diversidade de solo em área relativamente pequena, a cultura de soja no Tocantins é uma das que mais utilizam sistemas de “agricultura de precisão”.

A implantação de meios de escoamento da produção agrícola do Tocantins tem chamado a atenção de empreendedores e novos produtores quanto ao aproveitamento e utilização de hidrovias e ferrovias sendo disponibilizadas na região.

 


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Aquicultura avança e promete lucros ao produtor

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Tal e qual a crescimento da agricultura e pecuária nacionais através da ampliação de áreas de produção, melhoramento genético de plantas e animais, e implantação de técnicas de manejo, se observa na aquicultura uma autêntica revolução em termos de produtividade, quantidade e qualidade de produtos obtidos.

De norte a sul, no mar, rios e lagos brasileiros percebe-se o crescimento da aquicultura, tanto pela necessidade de aumento na produção de peixes, quanto por ser a aquicultura uma alternativa a mais de renda.

A vastidão de nosso mar, a extensão de nossos rios e represas, bem como a construção de pequenos lagos e tanques na áreas rurais permitem que sejam criados e desenvolvidos os mais diversos tipos e espécies de peixes, moluscos e crustáceos.

A  extensão territorial do Brasil e diferenças climáticas de cada região, faz com que a aquicultura brasileira seja bem diversificada, de forma  a atender as características de cada espécie e as necessidades regionais das populações.

Na região norte o tambaqui e o pirarucu respondem pela maior parte da criação; no nordeste a tilápia e o camarão são o carro chefe da aquilicultura local. Já no sudeste, centro-oeste e sul o foco está na produção de trutas, moluscos bivalentes, surubim, pacu, pintado e carpas.


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Por que o gado Nelore é a raça mais difundida e lucrativa do Brasil

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As principais características que tornaram o gado nelore a raça mais difundida e lucrativa no Brasil de hoje são sua rusticidade e adaptabilidade na maioria das regiões brasileiras.

Desde sua chegada ao Brasil na segunda metade do século XIX, o gado nelore se espalhou por nosso território, sendo o principal agente pelo desbravamento e ampliação das fronteiras agrícolas e pecuárias, e do povoamento do centro-oeste e norte do país.

Sempre criado e desenvolvido no sistema intensivo de pastagens, o rebanho nelore vem se ampliando cada vez mais, dado que é menos suscetível a doenças,  principalmente aquelas promovidas pelos ecto-parasitas,

O aprimoramento e desenvolvimento de novas técnicas de reprodução, bem como o acelerado melhoramento genético da raça, em muito contribuíram para a elevação do tamanho do rebanho nelore, hoje estimado em mais de 80% do rebanho bovino total. O Brasil é hoje o principal produtor mundial desta raça.

O gado nelore é também, sem dúvida, o responsável pela colocação do Brasil como um dos principais exportadores de carne no ranking mundial.


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Vantagens na criação da galinha de angola

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Incluir a criação de galinha de angola em sua propriedade propicia vantagens, pois  é uma atividade prática, de fácil manejo e que pode agregar valores em sua atividade.

Rústicas e adaptáveis a todos ambientes e regiões, a galinha de angola apresenta também o aspecto de “ornamentação” nos locais onde são criadas.

Podem ser criadas em instalações fechadas, nada diferentes dos galinheiros habituais, com bebedouros, cochos para alimentação, poleiros e ninhos. Todavia, uma das características típicas da galinha de angola é ser conhecida como “andarilhas”.

Sob este aspecto, circulam o dia todo pela propriedade em busca de alimentos e água. Simultaneamente durante sua rotina de andarilha, se alimenta de gramíneas e insetos daninhos. Quando em pastagens com bovinos, a galinha de angola é um importante predador de parasitas externos dos animais, tais como carrapatos e sarnas.

A carne da galinha de angola é semelhante à da galinha caipira e do faisão, cujo hábito de consumo vem sendo cada vez mais difundido.

Os ovos de angola em nada diferem das qualidades nutricionais dos ovos de galinha.

Quanto à saúde das angolas, necessitam obrigatoriamente ser protegidas contra a Newcastle e Bouba Aviária.


 

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Vermifugação: saiba o porquê pode não estar funcionando

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A boa produtividade dos rebanhos bovinos de corte e de leite está diretamente ligada à saúde dos animais. A saúde plena dos animais depende, além da alimentação adequada, de cuidados especiais como vacinação (controle de doenças) e vermifugação (controle de parasitas).

Vermífugos para bovinos exige manejo correto na aplicação, cuidados com a dosagem, calendário específico, princípios ativos eficientes e equipamentos próprios.

Moxidectina, irvemectina, levamisol e albendazol estão entre os princípios ativos utilizados nos vermífugos da atualidade.

Hoje em dia é muito comum verificar que os parasitas apresentam resistência à eficiência de alguns vermífugos. Vários fatores influem na eficiência dos vermífugos. Dentre eles pode-se incluir a subdosagem do produto, intervalo correto entre aplicações, aplicações simultâneas com outras vacinas, equipamentos inadequados, etc.

Todo cuidado e zêlo devem ser tomados quanto à aplicação de vermífugos. Embora os custos dos vermífugos representem menos de 1% na produção dos bovinos, sua ausência ou uso inadequado pode representar até 20% de perda na sua produtividade.


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Gado de leite: nutrição balanceada aumenta a produtividade

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Formas de aumentar a produtividade e melhorar a qualidade do leite são algumas dúvidas do produtor, e uma das respostas está na alimentação do seu rebanho de gado de leite.

O gado leiteiro exige atenção especial quanto a alimentação, diferentemente do gado de corte, pois que dela dependem a qualidade e produtividade de leite.

Por representar grande parte dos custos na produção de leite, a alimentação do gado leiteiro deve ser cuidadosamente planejada, independentemente seja o gado manejado em regime confinado ou apasto.

Balanceamento de rações ou manejo de pastagens executados técnica e eficientemente, baixam custos, agregam valor ao leite e melhoram a competitividade do produtor.


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Saiba como cultivar café e entre para o agronegócio

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Introduzido no Brasil nos primórdios do Século XVIII, o café é a cultura perene mais desenvolvida da agricultura brasileira, sendo por vários anos nosso mais importante produto de exportação, e que fez do Brasil seu maior produtor mundial.

Nestes 3 séculos de cultivo de café, muita evolução houve quanto ao plantio, cultivo, manejo e modalidades de comercialização, sempre indo ao encontro do aumento de produtividade por área plantada, racionalização da mão de obra, redução de custos e expressividade de ganhos.

Seja qual for a dimensão da área disponível para cultivo de café, a necessidade de aprimoramento e conhecimento técnico são imprescindíveis para a atividade. Fatores como região, topografia, qualidade de solo, média de temperaturas e pluviosidade, são de extrema importância na produção de café, que deve cada vez menos depender de mão de obra braçal.

Variedades de sementes e mudas, técnicas modernas de manejo, constantes inovações tecnológicas em equipamentos e conhecimento de mercado ainda mantém o Brasil como maior produtor mundial de café.

 


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Os 3 passos para o cultivo de orgânicos

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Saudável e sustentável, a cultura de alimentos orgânicos ganha cada vez mais preferência e espaço no mercado consumidor e consequentemente cresce sua produção nas áreas rurais.

Com crescimento anual  em torno de 30%, essa atividade tem se mostrado uma alternativa prática e mais rentável para pequenos e médios produtores.

Para a produção e comercialização de “alimentos orgânicos”, sejam eles de origem vegetal ou animal, o produtor deve atender  normas específicas para este fim, dentre as quais enumeramos alguns requisitos básicos:

– Não utilização de produtos químicos , principalmente os sintéticos, na adubação de plantas, controle de pragas e alimentação de animais. Tudo deve ser feito à base de produtos orgânicos,  tais como farelos de grãos e vegetais. Especificamente quanto a adubos, utilizar uma mistura fermentada de farelos de grãos e terra, denominada “bokashi”.

– Uso responsável dos recursos naturais: controle racional do uso do solo com boas práticas de rotação de culturas, manutenção das fontes de água com preservação e manutenção de leitos e nascentes, e a reutilização de palhas, estercos e outros resíduos formam o conjunto que mantem naturalmente as condições da produção de produtos orgânicos.

– Obtenção da certificação de “produtos orgânicos” se faz necessária para a livre comercialização destes produtos. Esta certificação é obtida por auditoria realizada e acompanhada pela Coordenação de Agroecologia da Secretaria de Desenvolvimento Agropecuário e Cooperativismo, do Ministério da Agricultura.


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A importância da roçadeira na manutenção do pastagem

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A saúde do gado, seja o de corte quanto o leiteiro, é um fator de grande relevância para o produtor rural.
Para atingir esse objetivo é necessário cuidar das pastagens das quais esse gado se alimenta.

Plantas indesejadas (ou daninhas), além de competir por nutrientes do solo, podem intoxicar os animais e levá-los a óbito, afetando a sua produção.

Queimadas e pesticidas são maneira de evitar o desenvolvimento dessa plantas, mas essas práticas são agressões ao solo, o que não é viável.

Uma maneira segura de controlar as daninhas é através da poda e o melhor equipamento para essa tarefa é a roçadeira.

A roçadeira é um equipamento agrícola simples e de fácil manuseio, porém é preciso escolher o modelo que se adéqua melhor à sua necessidade.

Existem modelos de roçadeiras a bateria, elétricas e a combustão – essa é mais indicada para trabalhos nos setores da agropecuária no Brasil e no manejo sustentável.

A roçadeira a combustão utiliza gasolina e é indicada na realização de atividades em ambientes externos e de extensão considerável, já que possui maior potência se comparada às outras.


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Doenças na cultura da safrinha de milho

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Ano após ano, a safrinha de milho tem se tornado uma atividade lucrativa e importante. Apesar da força e sistema produtivo com área estimada de 8,13 milhões de hectares em 2015, esse tipo de cultura é influenciado por diversos fatores: logística, mercado, instabilidade política, câmbio, entre outros.

Um dos principais desafios encontrados nas fazendas cuja dedicação é redirecionada à cultura do milho, é o manejo das doenças acometidas à essa cultura. As doenças presentes são várias e afetam diferentes localidades da planta: doenças foliares, que reduzem a taxa fotossintética, que atacam o colmo, o acabamento, que atacam as espigas e os grãos. Cada doença tem sua particularidade e é diretamente ligadas as interações da tríade ambiente + patógeno + hospedeiro.

O passo inicial ao combate dessas doenças é saber que não se pode adotar uma estratégia de manejo que atenda de maneira global todas as necessidades. Deve-se saber inicialmente o quanto você deseja produzir. Respondida essa questão, define-se a estratégia que será tomada, de acordo com o tamanho da produção. Definir os híbridos explorando a combinação de produtos que atendam às necessidades de semeadura, abertura, meio e fechamento é essencial. Deve-se escolher o híbrido certo para o hectare certo.

Nas janelas de abertura e meio de semeadura deve-se optar por híbridos com maior potencial genético. Para o fechamento, recomenda-se os mais rústicos e tolerantes a estresses ambientais. Essa diferença deve ser respeitada no manejo de doenças, mesmo que a mesma estratégia nem sempre seja de sucesso para todas as situações.
e é preciso atentar-se às doenças de maior evidência na região do plantio. O ambiente é fator determinante número um na ocorrência de possíveis doenças na cultura de milho.

No centro do Brasil, por exemplo, há ocorrência de diferentes doenças relacionadas à altitude e temperatura local. A incidência da doença pinta branca (phaeosphaeria maydis) é percebida no sudoeste goiano, mas não é vista no estado de Mato Grosso, por exemplo. Devemos nos atentar às peculiaridades de cada microrregião para que o manejo correto seja colocado ação, associando o uso de híbridos tolerantes e épocas de semeadura com o manejo químico. Para posicionar híbridos na janela de plantio, o fundamental é observar a interação do patógeno com o ambiente. Isso evita que a exposição do híbrido esteja favorável ao desenvolvimento de determinados agentes patogênicos.

O manejo químico das doenças tem influência direta no combate das mesmas. A aplicação defungicidas na cultura do milho, por exemplo, é recomendada e vem sendo cada vez mais difundida. De uma a três aplicações, dependendo da situação, a prática é bastante comum quando o objetivo é o máximo potencial produtivo.  Mas, uma questão crucial é: todo fungicida vale para todas as doenças? A resposta para essa pergunta você encontra clicando AQUI.