DIA MUNDIAL DA ÁGUA – SISTEMA AGROPECUÁRIO INOVADOR TEM ÁGUA COMO ELEMENTO CENTRAL

Por Marcelo Franco

 

 

Hoje, 22 de março, é o dia mundial da água, um dos elementos mais fundamentais para a existência da vida em nosso mundo. Ela sacia, hidrata, limpa, refresca, conduz, irriga e até destrói e mata. Reverenciamos sua força e importância, apesar de toda falta de cuidado em preservá-la de maneira sustentável para as próximas gerações.

Celebrando o valor deste precioso elemento, trazemos hoje algumas informações sobre um sistema agropecuário inovador e eficiente, que tem como ponto central a água. Conheça o sistema Mandalla, criado no nordeste brasileiro, que tem ajudado muitas famílias e pequenos produtores em sua sobrevivência e qualidade de vida.

 

SISTEMA MANDALLA

Mandalla é uma palavra de origem sânscrita que significa círculo e, universalmente, representa a harmonia e a integração.

O sistema agropecuário Mandalla foi criado pelo administrador Willy Pessoa há cerca de trinta anos, na Paraíba. Sua filosofia tem como base a recapacitação para a auto-sustentabilidade do homem do campo, dentro de suas próprias condições culturais tradicionais – o que inclui o meio ambiente e a cultura.

 

 

A ESTRUTURA FÍSICA E FUNCIONAL DO SISTEMA MANDALLA

A estrutura física do Sistema Mandalla ocupa uma área média de 50 x 50 metros. Constuitui-se de nove círculos concêntricos. Diferentes culturas agrícolas e animais são cultivados ao redor de um reservatório de água, que é a base essencial do sistema.

Os primeiros três círculos são compostos de um tanque de água onde existe uma criação de peixes e animais de pequeno porte – galinhas, marrecos, coelhos e similares. Há culturas de frutas e hortaliças, além de café, batata-doce, mandioca e similares. Nas bordas do terceiro círculo são cultivadas plantas medicinais e ornamentais.

Do primeiro ao terceiro círculo, tudo é destinado à melhoria da qualidade de vida dos que vivem a partir de seu próprio Sistema Mandalla. Os três círculos provêm praticamente todo alimento necessário para o núcleo familiar. Na verdade, uma única Mandalla alimenta até cerca de vinte pessoas. No entanto, esses três primeiros círculos, além de proverem todos os alimentos necessários para as famílias, promovem um incremento econômico inicial mínimo, que é conseguido com a venda do excedente da produção obtida.

Do quarto ao oitavo círculo, a função dos cultivos é a melhoria da condição econômica das famílias. Os agricultores escolhem e cultivam uma rica variedade de plantas alimentícias de acordo com os espécimes locais e a demanda de mercado. Aqui, o cultivo se destina essencialmente à venda dos produtos agrícolas para indústrias, mercados e similares.

O nono é o círculo de equilíbrio ambiental. Ele envolve os demais círculos e cumpre as funções de proteger o Sistema Mandalla através de cercas-vivas e quebra-ventos, prover uma parte da alimentação dos animais e fazer a inserção da Mandalla, de forma ecologicamente equilibrada, no meio ambiente circundante.

O Sistema Mandalla não necessita de nenhum tipo de defensivo agrícola devido à forma peculiar em que as diferentes culturas agrícolas são distribuídas dentro de sua estrutura em forma de círculos concêntricos, que as protege naturalmente das pragas. Por isso, os alimentos obtidos são naturalmente orgânicos.

A irrigação das plantas ocorre a partir da água do tanque central, que é bombeada e distribuída por um sistema simples de irrigação piramidal feito por seis tubos de mangueira plástica, que irrigam os nove círculos. O sistema de irrigação é feito por micro-aspersão, através de pequenas hastes plásticas flexíveis furadas, do tipo cotonetes, que aspergem a água de forma difusa, ampla e não concentrada, beneficiando assim várias plantas ao mesmo tempo e evitando a erosão do solo.

A construção do tanque de água, a feitura dos círculos concêntricos e a instalação do sistema de irrigação levam poucos dias para serem concluídos. Assim, a base de instalação do Sistema Mandalla é rápida.  O custo médio de sua instalação completa é cerca de R$ 1.300,00 a R$ 1.500,00, mas isso pode variar um pouco de região para região.

MF Rural e AgroMulher realizam Semana Digital Mulheres do Agro 2018

Mulheres do Agronegócio

 

O Site MF Rural, em parceria com o Portal AgroMulher, realizará entre os dias 04 a 08 março a Semana Digital Mulheres do Agronegócio, com o objetivo de refletir e valorizar a presença da mulher em todos os âmbitos e segmentos da agricultura e pecuária nacional.

Hoje a participação das mulheres de maneira ativa nas diferentes ocupações da sociedade integra uma realidade cada vez mais crescente. No agronegócio não é diferente. Atuam na gestão de empreendimentos agropecuários, na produção de insumos e nas práticas de produção.

O evento digital trará entrevistas com mulheres engajadas no segmento, histórias inspiradoras e matérias exclusivas. Vale a pena conferir.

Veja mais informações no Blog MF Rural, acesse http://blog.mfrural.com.br/

 

Pecuária no Brasil: mesmo com crise, setor permanece estratégico e fonte de bons negócios

A pecuária brasileira é quase tão antiga quanto o próprio país. As tecnologias favoreceram o aumento da produtividade, tornando o setor estratégico para a economia nacional.

A produção pecuária no Brasil começou em pleno século XVI, logo após a chegada dos portugueses. A região Nordeste foi a que recebeu as primeiras cabeças de gado, vindas da ilha de Cabo Verde.

Com o tempo, a indústria cresceu, e passou a demandar mais espaço para a criação de gado. Consequentemente, os criadores começaram a desbravar o interior do país, favorecendo seu povoamento e consequente desenvolvimento.

Se, no passado, a pecuária foi crítica para a formação do Brasil como conhecemos, hoje ela é referência mundial em produtividade, rentabilidade e qualidade dos produtos. Assim, o setor é altamente estratégico para a economia nacional.

Qual a importância econômica da pecuária no Brasil?

Segundo a Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (ABIEC), em 2015 o PIB do agronegócio nacional foi de R$ 1,26 trilhão. A pecuária foi responsável por R$400,7 bilhões deste total, praticamente um terço.

Ou seja: mesmo em plena crise, o setor foi uma importante fonte de riqueza e de movimentação para a economia nacional.

Ainda de acordo com a ABIEC, em todo o Brasil há mais de 167 milhões de hectares de pasto dedicados à pecuária. Isto gerou quase 40 milhões de abates, que, por sua vez, gerou a exportação de 1,88 milhão de toneladas de carcaças animais.

Estas cifras não são os únicos números impressionantes relativos ao setor: soma-se a isso o fato de que a produtividade da pecuária brasileira cresceu 4% ao ano entre 1975 e 2014, conforme o Departamento de Estudos Econômicos do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).

O setor abastece diversas indústrias. A carne é aproveitada pela indústria alimentícia, assim como o leite. O couro vai para o setor têxtil. Ossos são usados até mesmo para confeccionar botões. Se você pensa em investir neste segmento, não faltam boas oportunidades de negócio!

Quais são as regiões líderes em pecuária no Brasil?

No quesito cabeças de gado abatidas, os estados mais importantes para a pecuária no Brasil são Mato Grosso (1,116 milhão de animais abatidos), Mato Grosso do Sul (845,9 mil) e Goiás (746,3 mil), de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Isto faz do Centro-Oeste a região com o maior rebanho de gado do país.

Por mais que este tipo de criação geralmente seja o principal fator de avaliação da indústria, um olhar mais próximo que cada região se especializa em um tipo de criação diferente.

Por exemplo: ainda conforme o IBGE, o Nordeste reúne praticamente toda a criação de caprinos, que são quase inexistentes nas demais regiões. Suínos e galináceos estão concentrados no Sul, enquanto o Sudeste é líder disparado na criação de codornas.

pecuaria no brasil

Qual é o principal produto da pecuária no Brasil?

Por mais que a pecuária no Brasil seja bastante diversificada e haja a presença de diversos animais em todo o território nacional, é indiscutível que a criação de gado bovino de corte é o carro-chefe desta indústria.

Ano após ano, a presença dos bois cresce nos pastos do país. Em 2015, o IBGE apontava a existência de 212,3 milhões de cabeças deste gado em todo o Brasil. Em 2016, o número de cabeças saltou para 218,23 milhões, mesmo com a queda de 3,6% no PIB naquele ano.

No primeiro trimestre de 2017, o MAPA apontou o abate de mais de 7 milhões de cabeças, com um peso médio de 242,8 kg por carcaça, frente a 249,8 kg no período anterior. Como veremos mais adiante, isto representa um dos principais desafios da pecuária no Brasil: a produtividade.

Qual é a tendência para a pecuária no Brasil?

Especialistas apontam a produtividade como um dos fatores mais críticos para o agronegócio brasileiro. Felizmente, há cada vez mais tecnologias que ajudam os fazendeiros a superar este desafio.

A engenharia genética é um dos campos mais promissores. Por mais que ela ainda dê os primeiros passos, a técnica usa a manipulação de genes para criar animais mais fortes, resistentes e que produzem carne de melhor qualidade.

Do mesmo modo, os fazendeiros têm se conscientizado cada vez mais da importância de reduzir a estrutura física das fazendas, aumentando a produtividade por área. Os criadores têm conquistado resultados palpáveis nesta área:  de acordo com a Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada da Universidade de São Paulo, em 2003 havia 100 vacas a cada 250 hectares. Em 2016, a taxa passou para 140 animais a cada 250 hectares.

Por fim, especialistas apontam que racionalizar os custos é fundamental para manter-se competitivo. Entretanto, isto não significa investir menos, mas investir melhor, escolhendo os melhores insumos, como rações e medicamentos, para fornecer aos animais. Eles devem ser adquiridos de fornecedores de confiança para assegurar a qualidade dos produtos e a rentabilidade da criação.

 

O que esperar do agronegócio em 2018? Perspectivas e tendências do setor

Em 2018, o agronegócio poderá ser influenciado pela produção de soja para o biocombustível

Todo começo de ano chega trazendo expectativas para os mais diversos segmentos. Com o agronegócio, não é diferente: quais serão os fatores que devem afetar a vida dos produtores rurais em 2018? A agenda brasileira será ainda mais cheia em um ano que contará com eleições presidenciais, Copa do Mundo e o setor político ainda mais movimentado.

Com as tentativas de aprovação da Reforma da Previdência, o mercado rural deverá notar uma cautela ainda maior por parte dos investidores, principalmente com a renovação política e as surpresas que os candidatos poderão apresentar durante as eleições. No setor econômico, o crescimento do agronegócio tem movimentado o mercado e atraído investidores, com perspectivas positivas para 2018.

Assim como a brasileira, a economia mundial segue com boas expectativas. A troca de presidentes do Federal Reserve (FED), banco central americano, terá Jerome Powell em destaque no lugar de Janet Yellen, cujo mandato termina em fevereiro de 2018. A chegada de Powell promete beneficiar o agronegócio, já que ele é visto como um centrista que deverá manter os estímulos para agitar a economia dos Estados Unidos, com mais abertura à agenda de desregulação de Donald Trump.

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Soja, grãos e infraestrutura: perspectivas agro para 2018

As oscilações no valor total bruto das produções de grãos deverão se manter entre R$ 530 e 550 bilhões. Depois de uma recuperação em 8%, após uma queda de 25% em 2017, as cotações das commodities agrícolas deverão permanecer estáveis mesmo com a altas produções nos Estados Unidos. O Brasil e a Argentina devem seguir em alta em 2018.

Já a soja será afetada pela aprovação do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) do aumento das misturas de biodiesel ao diesel de petróleo em 10%. A medida, que entrará em vigor a partir de março de 2018, traz a expectativa de um aumento de produção de biodiesel que irá saltar dos atuais 4,2 bilhões de litros para 5,3 bilhões. Por conta disso, a soja destinada para a produção de biocombustível deverá aumentar no Brasil.

Consequentemente, o esmagamento da soja também irá crescer. O aumento deverá contribuir para um balanço de oferta e demanda acelerada do grão, que será sentido nos preços da soja. Se o destino da soja segue previsto, o mesmo não pode ser dito da infraestrutura do agronegócio: em ano eleitoral, fica difícil saber o que irá se concretizar e o que não passará da promessa. A economia brasileira comandada por Henrique Meirelles afasta o investimento público e pode favorecer as atividades rentistas no lugar das produtivas.

As inovações tecnológicas para o mercado agrícola em 2018 deverão ajudar na redução das aplicações de agroquímicos, diminuindo a dependência de energia derivada de combustíveis fósseis. No cenário mundial, a utilização de resíduos orgânicos, ambientalmente adequados e de baixo custo deverão seguir em alta neste ano.

Outro ponto que merece a atenção redobrada dos produtores rurais em 2018 serão as condições climáticas, já que a incerteza com a formação ou não de mais um La Niña e seus possíveis efeitos deverá movimentar o mercado. Essa incerteza irá agitar o setor agrícola até a consolidação das primeiras safras do ano, e o mesmo deverá ocorrer com a Argentina.

Venda de máquinas agrícolas em 2018: expectativas altas

Após fechar 2017 com uma comercialização no mercado interno que atingiu 44,3 mil unidades, as vendas de máquinas agrícolas seguem com boas perspectivas no ano que acabou de começar. As exportações também fecharam 2017 em alta: foram US$ 3,017 bilhões, com um avanço de 69,7% em comparação com 2016.

Segundo a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), a produção de máquinas agrícolas e rodoviárias chegou a 54,9 mil unidades no ano passado, com um aumento de 1,8% ante o desempenho anterior. As exportações de máquinas agrícolas também cresceram, totalizando 14 mil unidades, com alta de 46,9%.

Só em dezembro, 1,3 mil máquinas foram exportadas, com uma expansão de 39,1% em relação ao mesmo mês do penúltimo ano. A expectativa para os próximos meses, de acordo com a Anfavea, é que o setor cresça 10% na produção de máquinas, com alta de 43,7% nas vendas internas e crescimento de 34,5% nas exportações. Vem coisa boa em 2018!

Soja é destaque na colheita do Tocantins

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O estado do Tocantins estima que sua produção total de grãos para a safra atual será de 3,8 milhões de toneladas, proporcionada pelas culturas de  arroz, milho e soja, sendo a soja o principal item  desse crescimento com montante estimado em 2,2 milhões de toneladas.

Grande tem sido o empenho dos organismos locais em promover o aumento e qualidade da produção de soja no Tocantins, seja pelo mapeamento dos vários tipos de solos, incentivos á  utilização  de tecnologias modernas e aproveitamento de áreas com pastagens degradas, que ultrapassam os 5 milhões de hectares.

Com técnicas simples e eficazes, o Estado busca melhorar cada vez mais sua produção, incentivando e oferecendo aos agricultores os meios necessários para tanto.

Por caracterizar-se por uma diversidade de solo em área relativamente pequena, a cultura de soja no Tocantins é uma das que mais utilizam sistemas de “agricultura de precisão”.

A implantação de meios de escoamento da produção agrícola do Tocantins tem chamado a atenção de empreendedores e novos produtores quanto ao aproveitamento e utilização de hidrovias e ferrovias sendo disponibilizadas na região.

 


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Aquicultura avança e promete lucros ao produtor

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Tal e qual a crescimento da agricultura e pecuária nacionais através da ampliação de áreas de produção, melhoramento genético de plantas e animais, e implantação de técnicas de manejo, se observa na aquicultura uma autêntica revolução em termos de produtividade, quantidade e qualidade de produtos obtidos.

De norte a sul, no mar, rios e lagos brasileiros percebe-se o crescimento da aquicultura, tanto pela necessidade de aumento na produção de peixes, quanto por ser a aquicultura uma alternativa a mais de renda.

A vastidão de nosso mar, a extensão de nossos rios e represas, bem como a construção de pequenos lagos e tanques na áreas rurais permitem que sejam criados e desenvolvidos os mais diversos tipos e espécies de peixes, moluscos e crustáceos.

A  extensão territorial do Brasil e diferenças climáticas de cada região, faz com que a aquicultura brasileira seja bem diversificada, de forma  a atender as características de cada espécie e as necessidades regionais das populações.

Na região norte o tambaqui e o pirarucu respondem pela maior parte da criação; no nordeste a tilápia e o camarão são o carro chefe da aquilicultura local. Já no sudeste, centro-oeste e sul o foco está na produção de trutas, moluscos bivalentes, surubim, pacu, pintado e carpas.


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Por que o gado Nelore é a raça mais difundida e lucrativa do Brasil

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As principais características que tornaram o gado nelore a raça mais difundida e lucrativa no Brasil de hoje são sua rusticidade e adaptabilidade na maioria das regiões brasileiras.

Desde sua chegada ao Brasil na segunda metade do século XIX, o gado nelore se espalhou por nosso território, sendo o principal agente pelo desbravamento e ampliação das fronteiras agrícolas e pecuárias, e do povoamento do centro-oeste e norte do país.

Sempre criado e desenvolvido no sistema intensivo de pastagens, o rebanho nelore vem se ampliando cada vez mais, dado que é menos suscetível a doenças,  principalmente aquelas promovidas pelos ecto-parasitas,

O aprimoramento e desenvolvimento de novas técnicas de reprodução, bem como o acelerado melhoramento genético da raça, em muito contribuíram para a elevação do tamanho do rebanho nelore, hoje estimado em mais de 80% do rebanho bovino total. O Brasil é hoje o principal produtor mundial desta raça.

O gado nelore é também, sem dúvida, o responsável pela colocação do Brasil como um dos principais exportadores de carne no ranking mundial.


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Vantagens na criação da galinha de angola

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Incluir a criação de galinha de angola em sua propriedade propicia vantagens, pois  é uma atividade prática, de fácil manejo e que pode agregar valores em sua atividade.

Rústicas e adaptáveis a todos ambientes e regiões, a galinha de angola apresenta também o aspecto de “ornamentação” nos locais onde são criadas.

Podem ser criadas em instalações fechadas, nada diferentes dos galinheiros habituais, com bebedouros, cochos para alimentação, poleiros e ninhos. Todavia, uma das características típicas da galinha de angola é ser conhecida como “andarilhas”.

Sob este aspecto, circulam o dia todo pela propriedade em busca de alimentos e água. Simultaneamente durante sua rotina de andarilha, se alimenta de gramíneas e insetos daninhos. Quando em pastagens com bovinos, a galinha de angola é um importante predador de parasitas externos dos animais, tais como carrapatos e sarnas.

A carne da galinha de angola é semelhante à da galinha caipira e do faisão, cujo hábito de consumo vem sendo cada vez mais difundido.

Os ovos de angola em nada diferem das qualidades nutricionais dos ovos de galinha.

Quanto à saúde das angolas, necessitam obrigatoriamente ser protegidas contra a Newcastle e Bouba Aviária.


 

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Vermifugação: saiba o porquê pode não estar funcionando

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A boa produtividade dos rebanhos bovinos de corte e de leite está diretamente ligada à saúde dos animais. A saúde plena dos animais depende, além da alimentação adequada, de cuidados especiais como vacinação (controle de doenças) e vermifugação (controle de parasitas).

Vermífugos para bovinos exige manejo correto na aplicação, cuidados com a dosagem, calendário específico, princípios ativos eficientes e equipamentos próprios.

Moxidectina, irvemectina, levamisol e albendazol estão entre os princípios ativos utilizados nos vermífugos da atualidade.

Hoje em dia é muito comum verificar que os parasitas apresentam resistência à eficiência de alguns vermífugos. Vários fatores influem na eficiência dos vermífugos. Dentre eles pode-se incluir a subdosagem do produto, intervalo correto entre aplicações, aplicações simultâneas com outras vacinas, equipamentos inadequados, etc.

Todo cuidado e zêlo devem ser tomados quanto à aplicação de vermífugos. Embora os custos dos vermífugos representem menos de 1% na produção dos bovinos, sua ausência ou uso inadequado pode representar até 20% de perda na sua produtividade.


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Gado de leite: nutrição balanceada aumenta a produtividade

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Formas de aumentar a produtividade e melhorar a qualidade do leite são algumas dúvidas do produtor, e uma das respostas está na alimentação do seu rebanho de gado de leite.

O gado leiteiro exige atenção especial quanto a alimentação, diferentemente do gado de corte, pois que dela dependem a qualidade e produtividade de leite.

Por representar grande parte dos custos na produção de leite, a alimentação do gado leiteiro deve ser cuidadosamente planejada, independentemente seja o gado manejado em regime confinado ou apasto.

Balanceamento de rações ou manejo de pastagens executados técnica e eficientemente, baixam custos, agregam valor ao leite e melhoram a competitividade do produtor.


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